terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Cooperativismo promove o exercício do conhecimento nas escolas

Desde setembro vem sendo promovido pelo Sicoob/SC – Crediserra o projeto O que é o Cooperativismo, que busca cumprir um dos sete princípios cooperativistas, Educação, formação e informação, e que leva aos alunos participantes informações sobre cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.
Durante o projeto foi lançado aos alunos de cada colégio nos municípios de Painel, São Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urupema, um concurso de redação com o tema cooperativismo de crédito, o que possibilitou aos participantes descreverem o conhecimento que receberam durante as atividades do projeto, além de ajudá-los a exercitarem a interpretação, compreensão e construção de textos, itens tão importantes no dia-a-dia de aulas nos colégios.
O projeto que prevê continuidade nos próximos anos, atendeu ao todo cerca de 350 alunos das 7ª e 8ª séries nos quatro municípios de atuação.







domingo, 6 de dezembro de 2009

Urupema recebe o Ministro da Igreja Messiânica Felipe Lociow

Neste sábado dia 05 de dezembro Urupema recebeu o ministro da Igreja Messiânica Felipe Luciow, responsável pelas regiões de Balneário Camboriú e Serra Catarinenese, para um encontro onde estiveram presentes, além dos 9 messiânicos do Município, o Oficiante Eduardo Bittencourt e a Messiânica Cleusa Luisa Bittencourt e mais de 60 pessoas, não membros da Igreja, mas que foram em busca de informação sobre a prática enérgica do Johrei.

O encontro que aconteceu no Clube 3 de maio, garantiu a divulgação do Johrei, além de esclarecer os seus conceitos. O Ministro frisou a importância de se acrescentar e trazer para vivência de fé novos modelos, buscando sempre a elevação espiritual e o bem pessoal e das demais pessoas, independente da religião que estas se dediquem.

Johrei é uma palavra japonesa que significa “purificação do espírito” (Joh = purificar, rei = espírito). Tal purificação ocorre através da canalização da Luz de Deus, pelas palmas das mãos do ministrante.



De acordo com Meishu Sama: “Aparentemente, a finalidade do Johrei é a cura das doenças. Mas, na verdade, o seu objetivo é muito mais amplo. Em síntese, Johrei é uma maneira de criar felicidade. Em termos simples, o Johrei cura as enfermidades porque dissipa a sua causa, que são as nuvens espirituais. Mas ao purificar o corpo espiritual de suas nuvens, o Johrei elimina, simultaneamente, todos os sofrimentos do ser humano. Porque a pobreza e o conflito também são manifestações da ação purificadora, juntamente com a doença. Dentre as purificações, entretanto, a principal é a doença, porque afeta a própria vida. Portanto, resolvido o problema da doença, a pobreza e os conflitos também o serão. Este é o princípio da felicidade”.



Como ele atua?



As invisíveis, mas poderosas ondas de luz que irradiam durante o Johrei, eliminam as impurezas impregnadas no ser humano, revitalizando sua força natural de recuperação, também chamada força curativa natural.



Por que o Johrei é diferente?



Todas as práticas energéticas que objetivam restaurar a força curativa natural do ser humano, usam energia que emanam do próprio praticante, o que restringe a sua ação devido ao limite da condição humana. Porém, como o Johrei não utiliza a força humana, e sim a energia vital do universo, potencializada por Meishu-Sama, pode ser praticado indefinidamente e, o que é melhor, quanto mais se pratica, mais energia se recebe.



Como o Johrei é ministrado?



Uma sessão de Johrei dura, geralmente,quinze minutos. Dependendo da necessidade, o tempo de duração pode ser prolongado. A pessoa que direciona a energia, é chamada de ministrante, e a distância entre este e a pessoa que recebe é de trinta centímetros a um metro. Inicialmente, o Johrei é ministrado na parte frontal do recebedor e, depois, nas costas.



Quem pode ministrar Johrei?


Todos que tenham experimentado o Johrei até sentir seu resultado e após a conclusão de um curso para receber o Sagrado Ponto Focal–Ohikari, poderão ministrar Johrei para qualquer pessoa, a qualquer hora em qualquer lugar.



Alguns benefícios do Johrei:



  • Desperta o homem para a existência do Criador;


  • Fortalece-o para que ele possa ultrapassar osdesafios da vida;


  • Torna-o saudável física e espiritualmente;


  • Torna-o mais sereno e pacífico;


  • Eleva a sua inteligência e a sua personalidade;


  • Expande a sua aura, protegendo-o dos infortúnios;


  • Possibilita-lhe perceber melhor a abundância e as oportunidades,propiciando a sua prosperidade;


  • Fortalece o sentimento de gratidão e altruísmo.

    Clique na imagem abaixo e saiba mais sobre o Johrei:
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Fonte: www.messianica.org.br , www.artedojohrei.org.br e http://video.google.com/

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Cavalgada em Homenagem a Atilio Pedro Pagani é sucesso em sua primeira edição

Como uma das atrações da 42ª Festa Campeira do Piquete Alegria do Campeiro, que aconteceu em Urupema, nos dias 27, 28 e 29 de novembro, a 1ª Cavalgada em Homenagem a Atilio Pedro Pagani, trouxe divertimento aos campeiros de Urupema e região além de proporcionar um momento de união e integração entre os seus laçadores e dos demais piquetes, assim como aos simpatizantes e incentivadores da tradição.

Abrindo a programação da festa, no dia 27, a cavalgada que contou com centenas de cavaleiros, partiu do Parque Municipal de Exposições e Feiras Antonio de Souza Melo seguiu passando pelo centro da cidade e subindo pela "Estrada Velha" até o Morro da Torres, e retornou em seguida, pela rodovia SC 439.

A programação da festa campeira contou também com jantares, homenagens aos peões e tradicionalistas e claro, com o tradicional torneio de laço, além dos bailes, na sexta (27) com o Grupo Tchê Santana e no sábado (28) o Fecanp - Festival da Canção Popular de Urupema, que contou com diversas apresentações, assim como da mais nova banda local, Estrela Mágica e foi animado pelo grupo Garotos Tradição.
Foram sorteados diversos prêmios entre o público participante da programação, entre eles, televisores, aparelhos de DVD e um automóvel fusca.


Retorno dos cavaleiros da Cavalgada.
Chegada ao perímetro Urbano de Urupema

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Cooperativismo em pauta nas escolas: formação cidadã e construção coletiva através da conscientização

Há quatro meses, o cooperativismo começou a ser discutido nas escolas municipais de algumas das cidades da Serra Catarinense.
Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim tiveram em suas escolas diversos encontros expositivos, realizados pelo Sicoob/SC-Crediserra, que levaram à adolescentes a partir dos doze anos, informações sobre cooperativismo, educação financeira e poupança.
Com início em setembro, o projeto busca cumprir um dos sete princípios cooperativistas, de Educação, formação e informação e tem o objetivo maior de atingir os participantes de forma que reconheçam o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.
Cerca de 350 alunos participaram dos encontros, que foram baseados em palestras e atividades lúdicas ao tema cooperativismo e poupança.
“É a oportunidade que estes adolescentes têm de conhecer melhor o novo modelo econômico e social que o cooperativismo possibilita”, diz a responsável pelo projeto Claine Andrade.
Já o presidente do Sicoob/SC-Crediserra, considera este projeto como “uma ação de conscientização sobre cooperativismo, que permitirá que os adolescentes cresçam conscientes e aptos a ajudar no fortalecimento do movimento cooperativo“.
O projeto será ampliado para continuidade nos próximos anos, atendendo outras faixas etárias nas escolas e também a toda comunidade.



Visitas dos alunos a agência do Sicoob/SC-Crediserra emBom Jardim da Serra .

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Parceria gera renda e diversificação na atividade agrícola


Nos dias 14 e 15 de novembro, representantes da empresa paulista Rede Orgânica de Produtos Naturais, estiveram em Urupema e Painel, visitando propriedades de produtores rurais com quem comercializam produtos agrícolas e também o projeto de parceria para produção para a safra 2009/2010.
O projeto é baseado na parceria entre proprietário da terra, a empresa paulista e um pequeno produtor rural, onde este último entra com sua mão de obra familiar, e as empresas Rede Orgânica e Agrozen, com recursos para o custeio de mudas, sementes e insumos para produção e disponibilização da terras e maquinário agrícola, respectivamente.
Este estilo de cultura além de gerar renda para as partes envolvidas permite a diversificação das culturas trabalhadas, como exemplo, a produção de berinjela que não é tão comum em nossa região e será cultivada na área do projeto, assim como dá a ideia prática de associativismo, onde todas as partes da cadeia produtiva e comercial agrícola unem seu capital humano, financeiro e material para o alcance de um objetivo comum.
Ao todo são seis cultivares, entre elas a batata inglesa, cebola, abobrinha italiana, berinjela, tomate e pepino, divididos em quatro etapas de plantio, garantindo produção e comercialização destes produtos durante um período maior de tempo.A área de terra utilizada possui um total de 4 hectares, Vale da Neblina, município de Painel.
O projeto aqui em nossa região é uma réplica da ideia de condomínios rurais muito utilizada em São Paulo.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Cooperativas de Crédito no Jornal Nacional


Com um pouco de atraso,mas vale salientar.
Se até o monopólio da TV de nosso país, a emissora Globo, em seu carro chefe, o Jornal Nacional se permitiu falar sober cooperativas de crédito, talvez seja porque esta alternativa não é das piores.
"Em plena crise financeira, o caminho menos complicado para tomar dinheiro emprestado tem passado, quase obrigatoriamente, por cooperativas de crédito. Existem 1.460 delas no país." Disse William Bonner no programa exibido em 03 de dezembro de 2008. (Vídeo no link abaixo).

http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM920711-7823-COOPERATIVAS+DE+CREDITO+OFERECEM+DINHEIRO+A+JUROS+MAIS+BAIXOS,00.html

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

E.E.B. Antonio Trivelin Painel: Primeiros encontros de educação cooperativista do Sicoob/SC Crediserra

Foram realizados os primeiros encontros do projeto de educação cooperativa e financeira, que levaram aos adolescentes informações sobre cooperativismo, cooperativismo de crédito, economia e finanças.

As escolas públicas estaduais de São Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urupema, demais municípios em que a cooperativa de crédito mantém agências que atendem ao todo mais de 2000 cooperados, serão as próximas atendidas pelo projeto que possui previsão de término desta primeira fase em dezembro deste ano.



Informações também em: http://www.sicoobsc.com.br/noticias/ler_noticias.php?idNot=778

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Revolução dos Orgânicos

Nos Estados Unidos e na Europa o consumo de alimentos orgânicos cresce mais de 20% ano ano. O setor movimento em torno de US$ 250 por ano no Brasil, entre exportações e consumo interno. Nosso país se destaca em hortaliças, soja, café, cana e frutas.

Em uma década, o setor passou por drástica transformação. A imagem de pequena agricultura de anos atrás, que abastecia mercadinhos locais, foi diluída por um mercado internacional que atende ao apetite de seus clientes por alimentos impolutos.

O consumo só não é maior no Brasil porque o preço é alto, variando de 15%a 100% em relação aos produtos convencionais. Mas a tendência é de queda.

Sabor atraente e maior teor nutricional, aliados a técnicas de cultivo que ajudam a preservar o meio ambiente, são os principais motivos que levam o consumidor a dar preferência ao alimento orgânico. A afirmação é pesquisadora da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Neide Botrel Gonçalves, doutora em ciência dos alimentos.

“A escolha do produto orgânico tem sido feita principalmente pela maior preocupação com a saúde. Em segundo lugar, pela prevenção do meio ambiente e, por último pela questão da qualidade sensorial, que é o sabor.”A especialista explica que pesquisas da Embrapa têm constatado que esses produtos conquistam os consumidores por serem mais saborosos e frescos do que os cultivados da maneira convencional. “De acordo com os consumidores, eles apresentam maior firmeza e quantidade de suco em algumas frutas”, revela.

Análises de laboratório comprovam os alimentos orgânicos podem ter cinco vezes mais proteínas e vitaminas que os produzidos na forma convencional. Analise feita no laboratório da Universidade de São Paulo comprova que o ovo de galinha caipira tem cerca de quatro vezes mais caroteno (Vitamina A), que um ovo produzido em granjas. As galinhas soltas se alimentam de folhas e gramíneas, fontes dessa vitamina.
E então será ainda pode-se considerar o consumo de orgânicos como modismo ou reconhecê-lo como uma necessidade orgânica para nós humanos e para o nosso meio ambiente?

Fontes: Globo Rural, ed. nº 284 - junho de 2009 e http://www.sitecurupira.com.br/aliment_organico.htm

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Sicoob/SC- Crediserra inicia trabalho de educação cooperativista e financeira para adolescentes de municípios serranos

Inicia na próxima terça feira, dia 29 de setembro na E.E.B. PE. Antonio Trivelin no município de Painel o Projeto do Sicoob/SC- Crediserra de educação cooperativa e financeira, que visa levar aos adolescentes informações sobre cooperativismo, cooperativismo de crédito, economia e finanças.

O projeto vem sendo elaborado desde 2007, e busca cumprir um dos sete princípios cooperativistas, Educação, formação e informação, com o objetivo maior de atingir os participantes de forma que reconheçam o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.

As escolas públicas estaduais de Painel, São Joaquim, Bom Jardim da Serra e Urupema, municípios em que a cooperativa de crédito mantém agências que atendem ao todo mais de 2000 cooperados, serão as atendidas pelo projeto que possui previsão de término desta primeira fase em dezembro deste ano.

A cooperativa pretende dar continuidade ao programa de educação nos próximos anos, ampliando o atendimento às outras faixas etárias nas escolas e também a toda comunidade.

domingo, 30 de agosto de 2009

Nova tecnologia para quebra de dormência de frutíferas é lançada em Urupema

No dia 27 de agosto, em Urupema as cooperativas Sicoob/SC – Crediserra e Paiquerê, juntamente com a LBE, reuniram fruticultores do município, para apresentação e lançamento de uma nova tecnologia para a quebra de dormência e fertilidade da florada na cultura da macieira. Testado durante os últimos quatro anos em Vacaria e também em São Joaquim, o Turboflower-O, além de uniformizar e melhorar a brotação ativa o crescimento, o aumento da florada e da produção. Sua utilização e recomendação são baseadas na premissa de seu fabricante em produzir alimentos mais saudáveis, em maior quantidade e com menor uso de agrotóxicos.

O responsável pela cooperativa Paiquerê em São Joaquim Daniel Mendes salienta a importância da tecnologia, “sua utilização no tratamento da frutífera, não causa stress para a planta, nem para o homem, já que é isenta de substâncias tóxicas e é ecologicamente correta”.

A Paiquerê sorteou entre os participantes diversos exemplares do produto, o que auxiliará na divulgação e comprovação da qualidade dele na efetiva utilização nos pomares.

Foram apresentados também produtos para a diminuição da grafolita, contra a mosca das frutas e também isca tóxica.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

''Nem capitalismo, nem socialismo. Mas sim, cooperativismo"

Há algum tempo discute-se: Capitalismo ou socialismo? E defendia-se que haveria uma revolução gerencial, em que as grandes corporações ditariam as regras através do poder econômico e assumindo o papel social que o governo exerce deficientemente.Em meio a esses modelos, vem se fortalecendo o cooperativismo. Esse modelo, que nasceu em meados do século XIX, possui características extremamente modernas. Por que atuais e modernas? Porque o cooperativismo consegue extrair o que existe de bom no capitalismo enquanto gerador de negócios e lucros, com o que existe de bom no modelo socialista que é a preocupação com o atendimento dos interesses sociais.

O cooperativismo capacita e qualifica os participantes, apóia e dá sustentação na geração de riquezas, bem como cria auto-sustentabilidade para o desenvolvimento social. Se trabalharmos o sentido de cooperativismo em sua essência, certamente a sociedade passará por uma mudança cultural, vivendo os benefícios da correção dos desníveis sociais e injustiças que trarão uma convivência harmoniosa e colhendo os frutos de um país com melhores indicadores de desenvolvimento humano, redução do analfabetismo e violência urbana.
O cooperativismo liberta o homem do individualismo e direciona para a coletividade, sem discursos demagógicos ou utopias. Administrado de forma completa, o cooperativismo demonstra que há um terceiro modelo socioeconômico e político que com competência faz acontecer o que todos nós esperamos: um modelo prático e aplicável.

Referencial:
www.cooperativismodecredito.com.br

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Relações públicas precisam de institucionalização

Por RP Rodrigo Cogo – Conrerp SP/PR 3674
Gerenciador do portal Mundo das Relações Públicas (http://www.mundorp.com.br/)
O maior desafio contemporâneo da área de Relações Públicas é a necessidade de sua institucionalização como fundamental para a gestão estratégica das organizações. Essa é a opinião do consultor e pesquisador norte-americano James Grunig - um dos grandes gurus da comunicação corporativa mundial - manifestada em uma série de compromissos com executivos, professores e profissionais brasileiros na primeira semana de agosto de 2009 em São Paulo/SP. Ele esteve no país com a proposta de lançar seu primeiro livro junto a uma editora nacional, intitulado "Relações Públicas: Teoria, Contexto e Relacionamentos", escrito em co-autoria com os professores Maria Aparecida Ferrari e Fábio França. O evento oficial, organizado pela Difusão Editora, contou ainda com a palestra "Como sobreviver em contextos vulneráveis - As Relações Públicas como estratégia de relacionamentos", e aconteceu no dia 6 de agosto no auditório da FAPCOM na capital paulista.


A obra reúne teorias, práticas e experiências dos autores e está dividida em três partes. Na primeira, Grunig apresenta um quadro teórico para o exercício da profissão, levantando a definição e o posicionamento das relações públicas (atividade responsável pela gestão da comunicação nas organizações). Seu reconhecimento global, aliás, tem feito de seus trabalhos fontes de informação para a análise do mundo corporativo atual e referência obrigatória em universidades norte-americanas e de países de outros continentes, como Europa, Ásia e África.
Na segunda parte, Ferrari discorre sobre a profissão e suas práticas no contexto latino-americano e, na finalização, França aborda a gestão de relacionamentos corporativos, analisando os públicos prioritários das corporações. Importante fonte de conceitos, o livro traz a maior pesquisa internacional já realizada sobre o processo da comunicação nas organizações. Para Maria Aparecida, "as relações públicas estão mais vivas do que nunca". Ela assinala que a realidade norte-americana é bem distinta da América Latina, no sentido da absorção de profissionais da área, e então mais do que nunca "precisamos de obras que revisem nossos paradigmas". Fábio França destaca que a ação de RP se estabelece por meio de relacionamentos, que levam ao conhecimento de perfil, preferências e demandas das pessoas como indivíduos e grupos. Por isto, suas pesquisas têm enfocado os relacionamentos corporativos, sua administração estratégica para obter resultados e respostas positivas para todos os agentes, de maneira permanente. Grunig acredita que a temática das relações públicas no contexto da recessão mundial mereça análise, o que ressaltaria a relevância do livro. Em sua visão, a maioria das organizações parecem pensar que podem viver sem o relacionamento com os públicos. Ele reconhece que RP foram reconhecidas no Brasil de forma diferente dos Estados Unidos, país onde mesmo entre profissionais atuantes não há uma conceituação única ou dominante. A abrangência brasileira é maior, porque não prioriza uma das três partes mais tradicionais de exercício profissional: relação com os meios de difusão de mensagens, função de marketing e função de gestão estratégica como ativo participante dos processos de tomada de decisão, para o que seria fundamental a capacidade de análise de cenários e o desenvolvimento de pesquisas sobre as expectativas dos públicos. Esta última área, na opinião do especialista, seria a mais completa e mais promissora para a consolidação da profissão. Ele então relembrou sua trajetória como pesquisador e a formulação de dois paradigmas no setor. O simbólico-interpretativo que aponta as relações públicas como administradora de como os públicos interpretam a organização para protegê-la do ambiente. Nesse enfoque, interagem conceitos como imagem, reputação, marca e identidade. Seria o relações públicas como negociador de significados junto aos públicos, mas com ênfase na divulgação e na relação com os meios. E depois o paradigma da Gestão Estratégica Comportamental, com o RP participando da tomada de decisões estratégicas, a partir da comunicação simétrica e do engajamento com os públicos para além do domínio e do uso de técnicas. É deste diálogo que o panorama fica conhecido a ponto de permitir a negociação de sentidos e de atitudes sem indução. Grunig comenta que seus estudos tiveram início na década de 60 com pesquisas sobre o comportamento dos públicos. Nos anos 70, ele analisou o impacto das características da gestão da organização no condicionamento ou não da atuação dos profissionais de RP. A teoria de RP como comunicação simétrica viabilizadora de interações foi estruturada até o final da década de 80. Foi relatado também um importante período passado na empresa de telefonia AT&T, como ponte de testagem da aplicabilidade dos conceitos. No início dos anos 90, fez uma ampla pesquisa em busca da excelência na comunicação elaborada para a International Association of Business Communicators/IABC junto a 300 organizações públicas, privadas e ONG's com questionário e entrevistas em profundidade.
Entre os indicadores detectados para uma organização mais eficaz estão as relações públicas como função gerencial única que auxilia a organização a interagir com os elementos sociais, políticos e institucionais do ambiente e as relações públicas criando valor para a organização e para a sociedade através do cultivo de relacionamentos que incrementem ativos intangíveis tão relevantes quanto os ativos econômicos. Trata-se da concepção de que relacionamentos são valiosos porque reduzem custos, aumentam a rentabilidade, minimizam os riscos, protegem contra questões emergentes e crises. Tudo isto porque estão vinculados diretamente à reputação. A função gerencial de RP ultrapassa a parte técnica, enfatiza Grunig, porque pressupõe uma visão estratégica de administração e não o exercício pontual de atribuições. Neste sentido, a pesquisa apontou que a melhor atuação acontece pela centralização do gerenciamento da comunicação em um único departamento, e não com sucumbência estrutural ao Marketing ou a Recursos Humanos, além de ser desempenhada por profissionais de Comunicação. É importante, como delimitam as conclusões do estudo, manter-se interlocução direta com a alta administração, efetuando uma análise e segmentação precisa de públicos e conseguindo fazer a mensuração da qualidade dos relacionamentos estabelecidos. Assim, seria possível agir com mais probabilidade de acerto nas expressões comunicacionais, sempre atentando ao impacto das decisões organizacionais. "Os relações públicas atuam como conselheiros da ética e defensores da responsabilidade social", arremata ele. Sobre suas atividades recentes, cita o estudo da importância da construção de cenários, o estabelecimento dos efeitos do relacionamento na reputação e eficácia organizacional para determinação do ROI (return on investment) em RP e o estudo dos públicos passivo, ativo e ativista.
AUTORES

James E. Grunig é professor emérito da Universidade de Maryland/Estados Unidos. Seus primeiros livros "Managing Public Relations" (1984) e "Public Relations Techniques" (1994) foram escritos em parceria com Todd Hunt. Em 1992, organizou a obra "Excellence in Public Relations and Communication Management", resultado da pesquisa Excellence Study - considerado o maior projeto de pesquisa em Relações Públicas já realizado no mundo. É co-editor de Manager's Guide to Excellence in Public Relations and Communication Management. O autor contribuiu com mais de 40 capítulos em livros, além de ter mais de 250 artigos publicados em revistas e periódicos científicos da área. É ganhador de diversos prêmios internacionais como professor, pesquisador, conferencista e autor. Nestes 40 anos, Grunig também tem atuado como consultor de empresas como Black&Decker; AT&T; American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance; U.S. Department of Energy; entre outras.
Maria Aparecida Ferrari é socióloga e profissional de relações públicas. Mestre e doutora em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo, onde leciona nos programas de pós-graduação e graduação, também desempenha funções de coordenadora do curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. É sócia-fundadora e membro do Conselho Fiscal da Associação Brasileira de Pesquisadores de Comunicação Organizacional e Relações Públicas/Abrapcorp. Autora de vários capítulos em obras publicadas nos Estados Unidos, Espanha e México, é conferencista permanente em várias universidades latino-americanas. Sua área de especialidade abrange as relações públicas e sua interface com a cultura organizacional e a gestão estratégica da comunicação.
Fábio França é professor universitário, com registros profissionais em filosofia, psicologia, jornalismo e relações públicas. É mestre e doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo e pesquisador. Recebeu vários prêmios na área de Relações Públicas e de Comunicação. Tem ampla experiência como executivo de empresas nacionais, internacionais e também como conferencista. É Consultor Corporativo e autor dos livros "Públicos: como identificá-los em uma nova visão estratégica - business relationship"; "Comunicação como estratégia de Recursos Humanos" e "Manual da qualidade em projetos de comunicação" (este em coautoria). O lançamento mobilizou mais de 700 profissionais, pesquisadores e estudantes de diferentes estados do país. Além da capital e do interior de São Paulo, estiveram presentes representantes de São Luis/MA, Curitiba, Londrina e Ponta Grossa/PR, Belo Horizonte/MG, Porto Alegre/RS, Rio de Janeiro/RJ e Salvador/BA, entre várias outras cidades.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Urupema: Certificação Orgânica e Formação de Redes para Comercialização foram assuntos em reunião de agricultores

Nesta segunda dia 20, diversos agricultores de Urupema e Região se reuniram com o objetivo de debater a certificação orgânica e ouvir uma proposta para formação de uma rede formal de comercialização de produtos orgânicos.
Douglas Yoshimi Harada, da Certificadora Mokiti Okada – CMO explanou sobre o processo de certificação, a nova legislação para Agricultura Orgânica e também sobre as características de produção. Já a Comercial Zen, de Urupema e a Rede Orgânica de Produtos Naturais, de São Paulo, trouxeram ao grupo de produtores a proposta de formação de uma rede de fornecimento de produtos orgânicos, que embalados aqui na região seguirão direto ao CEAGESP em São Paulo.
“É a possibilidade da região comercializar uma quantidade maior de produto, com um custo final menor, o que possibilita o aumento da renda do produtor rural”, diz Amstrong Zen de Souza, diretor da Agrozen, que atua há 10 anos no mercado de orgânicos, inclusive no estado de São Paulo. O produtor também destaca todo o ganho que o produtor tem com a diminuição de fretes e a valorização do produto, através da garantia dada pela certificadora da origem orgânica dos produtos, livre de agrotóxicos e adubos químicos sintéticos.

Ao todo serão mais de 15 produtos agrícolas produzidos e fornecidos pela rede. O próximo passo será a reunião dos produtores com a empresa paulista Rede Orgânica, que acontece ainda esta semana.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Instituto de Pesquisas é apresentado ao Poder Público de Urupema


Nesta quarta feira dia 08 de julho o Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural – IPAC realizou um encontro de apresentação de seus objetivos e atuação, ao Poder Público de Urupema, onde estiveram presentes o prefeito municipal, os secretários municipais, vereadores e representantes da comunidade.

Constituído através da iniciativa de um grupo de cidadãos e profissionais, com visão comum sobre melhoria de qualidade de vida e sustentabilidade, o IPAC tem como missão promover a conservação do meio ambiente e dos recursos naturais, culturais e históricos, bem como o desenvolvimento sustentável através de pesquisas, estudos e aplicações de projetos socioeconômicos, ambientais, culturais e educacionais.

"É uma iniciativa muito boa e traz a importância que devemos dar ao meio ambiente e à cultura" , disse o prefeito municipal Amarildo Luiz Gaio, que esteve presente e parabenizou o Grupo pela criação do Instituto.

A atuação do instituto se dará através do aporte de projetos em parceria com instituições públicas e privadas, assim como organismos nacionais e internacionais de apoio e financiamento.


Guilherme Pozenato, um dos diretores do Instituto apresentou os projetos.

Terceiro Setor: desenvolvimento e perspectivas

Embora o desenvolvimento acentuado de entidades do terceiro setor seja um fato relativamente recente, suas origens encontram-se em períodos bem mais antigos da história. De fato, Hudson (1999) ressalta que em períodos anteriores ao nascimento de Cristo já se faziam presentes muitos dos valores hoje atribuídos ao terceiro setor, tais como a caridade e a filantropia.

O advento do Terceiro Setor não é fruto de uma causa específica, uma situação singular ocorrida no transcorrer da história. É na verdade o resultado de uma série de acontecimentos que vêm marcando a história e de questionamentos e ações deles decorrentes, que põem em xeque os valores vigentes na sociedade centrada no mercadoInstituições com preocupações e práticas sociais, sem fins lucrativos, que geram bens e serviços de caráter público, tais como: ONGs, instituições, clubes de serviços, entidades beneficentes, centros sociais, organizações de voluntariado etc, formam o Terceiro Setor. Seria enganoso achar que somente o primeiro e o segundo setores que organizam nossa sociedade operam com dinheiro, como se o terceiro setor pudesse renunciar a este instrumento. O que caracteriza cada setor em face dos recursos financeiros é o seguinte:Primeiro Setor: dinheiro público para fins públicos;Segundo Setor: dinheiro privado para fins privados;Terceiro Setor: dinheiro privado para fins públicos (nada impede, todavia, que o poder público destine verbas para o Terceiro Setor, pois é seu dever promover a solidariedade social). Este setor movimenta mais de um trilhão de dólares por ano, o que o coloca na posição de oitava economia mundial, se comparado ao PIB das nações mais ricas.Mas o Terceiro Setor não trabalha unicamente com recursos pecuniários. Faz parte integrante da sua concepção a prática de valores, que motivam os indivíduos a buscarem melhoria na própria vida e na do próximo, o esmero das qualidades ou virtudes sociais, o aprimoramento das aptidões e habilidades profissionais, o amadurecimento da cidadania.

Voluntariado, iniciativas beneficentes, cooperativismo, independência, oblatividade, humanismo, subsidiariedade, partilha etc. são diversos nomes com os quais muitas vezes designamos as práticas do Terceiro Setor.O poder de influência do Terceiro Setor é, como se vê, importante, inclusive porque parte das mudanças e inovações sociais mais significativas dos últimos tempos foram obtidas graças à criação e atuação de suas organizações.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Conquista cooperativista

Julho é um mês importante para o cooperativismo, nos dias 04 e 05 de julho, Dia Internacional do Cooperativismo e Dia Internacional das Cooperativas, respectivamente. Importante? Sim e muito importante.
Marcações com estas afirmam ainda mais este movimento, doutrina, sistema, ou atitude, como queiram os leitores, que vem há muitas décadas se desenvolvendo e desenvolvendo a Sociedade.
Agir simultânea ou coletivamente com outros para um mesmo fim, ou seja, trabalhar em comum para o êxito de um mesmo propósito”, eis aí o conceito dado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina – OCESC ao cooperativismo. Mas pode ser mais, muito mais. Desde o crescimento econômico proporcionado por cooperativas de produção e de crédito, passando pelos diversos ramos até o desenvolvimento social permitido pelas cooperativas de trabalho e de educação, a cooperação impulsiona (ou deveria impulsionar se fosse mais exercida), inclusive a recuperação global em âmbitos social, econômico, ambiental, etc., já que seu modelo visa pessoas e não lucro e consumo como o restante dos setores e modelos empresarias o fazem, estando fadados à crise atual.
As cooperativas estão demonstrando que são o motor, não somente para impulsionar o desenvolvimento econômico, mas também, a democracia econômica e política, bem como a responsabilidade social. As cooperativas oferecem uma forma mais justa de fazer negócios, onde os valores sociais e ambientais contam, não somente como algo a fazer, se você puder fazer, mas que são, simplesmente, parte da maneira de fazer negócios.

"Toda força será fraca, se não estiver unida."
Jean de La Fontaine

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Sem diploma? Como assim?

A decisão do STF nesta quarta-feira (17) em derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista mostra mais uma vez como as coisas andam em nosso país. A previsão de que esta decisão se estenda às demais profissões que não exijam “conhecimento técnico/científico”, me envergonha ainda mais. Quer dizer, no caso do jornalista, por exemplo, a decadência em qualidade da profissão e o aumento de erros e escândalos em uma área extremamente complexa de atuação, serão inevitáveis.
Atualmente, já há uma infinidade de profissionais, por aí que se dizem assessores de imprensa, atividade exercida formalmente por Jornalistas e Relações Públicas, que escrevem e relatam banalidades, realizando muito mais publicidade tosca do que informação em seu sentido mais verdadeiro, ético e profissional.
Iguala-se por essa decisão, os profissionais, que passam quatro anos nos bancos escolares, a pessoas que acham “legal” se dizerem jornalistas e escrevem colunas em jornais país afora.
Obter qualificação em jornalismo é muito mais que a redação de textos e releases, e é sim uma maneira idônea de evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros ao contrário do que disse o presidente do STF, Gilmar Mendes.
A advogada Taís Gasparian, que defendeu que a exigência do diploma é inconstitucional disse durante o julgamento “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade". Sim concordo e digo mais, é o compromisso com a informação e também com a VERDADE, CORRETA, COESA e PRATICADA DE FORMA PROFISSIONAL .
O diploma de jornalista jamais foi ou será um obstáculo para a liberdade de expressão, como também foi colocado durante o julgamento, e sim uma garantia de que o jornalista com a formação, esse sim gabaritado e preparado na defesa da verdade, estará apto a desenvolver e atuar na profissão de jornalista e não só colaborar com jornais.
Segundo o G1 da Globo o fim da exigência do diploma foi comemorado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ), lógico, assim estes veículos de imprensa podem empregar seus escritores legalmente, e ainda intitulá-los jornalistas. Comemoração? Com que intuito? Será que é o fato de que o jornalista desde sua regulamentação no Brasil há 40 anos, até em tempos de regime militar e censura, sempre se destacou? Enquanto colunistas e colaboradores “os se achando”, com a liberdade de expressão sem compromisso sustentam um sucesso transitório?

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Qual querência?... A minha!

Às vezes sou questionada do porquê cultivar uma cultura que não é de Santa Catarina o estado em que nasci. Pois bem, não cultivo a cultura Rio Grandense e sim a Cultura e a Tradição Gaúcha, que atravessam fronteiras entre estados e países, e que não se trata apenas de trajar pilcha, ou dançar as músicas tradicionalistas, mas sim de poder sentir em cada traço e vestígio desta tradição a vida dos nossos antepassados, o valor que eles davam para as relações humanas e com a natureza da qual faziam parte. Enfim, viver o campo, viver a vida.

Atualmente, numa sociedade com tanta superficialidade é que temos que “fincar” ainda mais as nossas raízes. E para mim que nasci e cresci no campo e hoje não possuo mais esta sorte, resta a música nativista, o MTG, os traços da vida de campo em meus desenhos e telas. Tudo isso se torna uma ligação à tradição... um vínculo com algo perfeito e sublime que é o interior, que é o sítio, que é a fazenda, que hoje por infinitos motivos, não posso usufruir fisicamente.

“Cada rincão tem seu nome

Cada lugar tem seu jeito
Minha querencia é tamanha
Mas cabe dentro do peito”

Marenco na música “Que tem nome de Querência”

sexta-feira, 27 de março de 2009

Analogias entre o " Náufrago" e a Administração

Apesar de tratar de um drama, e eu particularmente, antes de analisá-lo com olhos de administradora, considerar impossível encontrar algum link entre o filme Náufrago e os conceitos administrativos, aí estão alguns dos pontos encontrados:
Em Cast Away, ou Náufrago, um dos filmes de maior repercussão na América na última década, podemos encontrar diversas características das Escolas Contemorâneas da Administração.

Desde a gestão do tempo de trabalho de sua equipe na FedEx antes do acidente aéreo, até o planejamento para saída da ilha, feito junto com seu "companheiro" Wilson, depois de estar 4 anos em uma ilha deserta, encontramos muitas atitudes constatntes nas Teorias de Elton Maio e Maslow.

Quando Chuck cria ou “recruta” Wilson para sua companhia e para o difícil trabalho de sobreviver naquela ilha, nota-se o quão importante é a vida em sociedade, o relacionamento interpessoal, a divisão do trabalho ou apenas ter alguém com quem compartilhar o dia a dia.

Tom Hanks. ator que vive o náufrago, comenta no documentário constante do material do filme, que Chuck talvez buscasse em Wilson, características que lhe faltassem naquele dado momento, sendo que assim, imaginando a bola de vôlei como um “amigo” ou “companheiro”, ele projetou nela estas características. Atitude que garantiu a Chuck motivação para continuar vivo.
Percebemos assim a existência de funções estratégicas, para cada um dos diversos "tipos" de capital humano em todas as organizações, cabe aos gestores identificá-las e buscar os recursos humanos com os conhecimentos, habilidades e atitudes que o exercício do cargo exige.
Uma das analogias utilizadas no artigo "A Análise dos Conceitos Empresariais e de
Sustentabilidade nas obras cinematográficas", realizado em meu MBA de Administração e Marketing.






segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Relações Públicas e a Gestão da Qualidade

Em meus estudos durante a gradução já me questionava, o quanto o profissional de Relações Públicas pode contribuir positivamente na Gestão da Qualidade das empresas. É área do profissional de administração, eu sei. Mas como diria um importante administrador que conheço, "Relações Públicas é uma importante fonte de informações para o planejamneto estratégico de qualquer organização".

No processo de desenvolvimento histórico dos métodos de gestão de qualidade, passando pelos mais conhecidos, 5 S's, Kaisen, Kamban, Just in time, enfim... tantos métodos e teorias, quanto problemas na implantação dos mesmos.

O RRPP, tem condições plenas, pelo seu tato na comunicação interna e organizacional, de basear a implantação desses métodos e a efetiva consolidação de bons resultados, já que a corporação como um todo é a iguinação da "máquina" qualidade. É possivel traduzir as teorias de cada método em ações reais, que vislumbrem o potencial de cada público de relacionamento da organização, suas possibilidades de adequação a realidade e a vivência organizacional (cultura da organização - missão, visão e valores).

Atividade intrínseca de RRPP, consultar os públicos diversos sobre a atuação da empresa, através das diversas ferramentas, pesquisas de clima e opinião, jornais internos, mensuração de mídia gratuita, planejamento, torna imprenscindível a atuação deste profissional em parceria com as demais áreas.

Todas as soluções que devem ser observadas para uma boa implantação dos sistemas de gestão são conhecidas e manipuladas com propriedade pelo profissional de Relações Públicas. A busca do comprometimento efetivo e transparente da alta direção com os objetivos de qualidade, o envolvimento dos funcionários no processo para que se sintam responsáveis pelas transformações e melhorias, a definição clara dos objetivos e metas através do planejamento integrado, enfim, pontos que garantem a adequação do métodos de gestão à filosofia da empresa e vice-e-versa. Soluções que podem e devem ser dadas através da comunicação, ou de um bom projeto de comunicação interna, eficaz e eficiente, fazendo com que os requisitos dos programas de qualidade sejam assimilados de forma ampla e harmoniosa no ambiente da organização.
O profissional de Relações Públicas como parceiro da administração, intermediando os relacionamentos institucionais e de negócios da empresa, com os públicos interno e externo, mantendo os princípios operacionais e éticos de aplicação global da cultura organizacional, tem a capacidade de adequar os objetivos mercadológicas ao contexto socioeconômico e de atuação da organização.

Texto by Claine Andrade. O tema "Relações Públicas e a Gestão da Qualidade" foi objeto de minha tese no final da Graduação, em Comunicação social/ Relações Públicas.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Da vaga lembrança

E já dizia Mário Quintana: "Se me esqueceres, só uma coisa, esquece bem devagarinho".
É mais o mundo não pede para que esqueçamos, os grandes fatos e feitos históricos... ou as centenas de mortos em Gaza, Afeganistão, Colômbia... mas nos esquecemos. Lentamente estamos perdendo nossa memória histórica.

"Vivemos dentro de uma grande máquina de esquecimento. Nela, o hábito é produzir enlouquecida e velozmente informação, claro que nem sempre nova. Notícia efêmera, fugaz, que foge da interpretação e de uma possível geração de conhecimento, porque é informação que objetiva estimular e acelerar a produtividade e o consumo, sem se importar com uma grave conseqüência: o alto custo social e ambiental. Nem mesmo a destruição de instituições, empresas, sociedades e comunidades inteiras parece não nos tocar, alertar, ensinar.
Já não nos lembramos mais de nada que tenha acontecido há mais de 20 minutos, um atestado da nossa triste condição de prisioneiros do momento, do instante. Contra a memória é possível apostar - e ganhar. Ela, a cada dia é elevada à condição de mito administrado. A memória que quer se tornar viva é alvo de reação.(...)

Pesquisa recente do DataFolha revelou que a maioria dos brasileiros desconhece, depois de 40 anos, o famigerado Ato Institucional número 5 (AI-5). O contexto, as razões e as conseqüências de sua decretação são desconhecidos por uma multidão no país. Os brasileiros não conhecem a história do país, uma limitação educacional que não é apenas nossa, mas de outros povos, tidos como mais educados e cultos. (...)

Diante desse furor informacional que nos abarca, é muito provável que, mais para frente, nos esqueceremos das razões da crise financeira global, dos financeiros ladrões, das empresas e dos governos não-governados, da sapatada no Bush, da grande enchente em Santa Catarina, do desastre ambiental da Amazônia, do desaparecimento da Mata Atlântica, do degelo dos pólos terrestres, do aquecimento global, do desemprego e também do ano de 2008."

Paulo Nassar é professor da Escola de Comunicações e Artes, da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Diretor-presidente da Associação Brasileira de Comunicação Empresarial (ABERJE).