Às vezes sou questionada do porquê cultivar uma cultura que não é de Santa Catarina o estado em que nasci. Pois bem, não cultivo a cultura Rio Grandense e sim a Cultura e a Tradição Gaúcha, que atravessam fronteiras entre estados e países, e que não se trata apenas de trajar pilcha, ou dançar as músicas tradicionalistas, mas sim de poder sentir em cada traço e vestígio desta tradição a vida dos nossos antepassados, o valor que eles davam para as relações humanas e com a natureza da qual faziam parte. Enfim, viver o campo, viver a vida.
Atualmente, numa sociedade com tanta superficialidade é que temos que “fincar” ainda mais as nossas raízes. E para mim que nasci e cresci no campo e hoje não possuo mais esta sorte, resta a música nativista, o MTG, os traços da vida de campo em meus desenhos e telas. Tudo isso se torna uma ligação à tradição... um vínculo com algo perfeito e sublime que é o interior, que é o sítio, que é a fazenda, que hoje por infinitos motivos, não posso usufruir fisicamente.
“Cada rincão tem seu nome
Cada lugar tem seu jeito
Atualmente, numa sociedade com tanta superficialidade é que temos que “fincar” ainda mais as nossas raízes. E para mim que nasci e cresci no campo e hoje não possuo mais esta sorte, resta a música nativista, o MTG, os traços da vida de campo em meus desenhos e telas. Tudo isso se torna uma ligação à tradição... um vínculo com algo perfeito e sublime que é o interior, que é o sítio, que é a fazenda, que hoje por infinitos motivos, não posso usufruir fisicamente.
“Cada rincão tem seu nome
Cada lugar tem seu jeito
Minha querencia é tamanha
Mas cabe dentro do peito”
Marenco na música “Que tem nome de Querência”
Marenco na música “Que tem nome de Querência”
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