Muito bacana as criações e a criatividade deste cara. Ilustrador, Ben Heine, é um artista visual multidisciplinar belga. Ele é mais conhecido por sua série original "Pencil Vs Camera", "Circlism Digital" e "Carne e acrílico". (http://www.benheine.com)
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Artes: Ilusionismo que convence e encanta
Muito bacana as criações e a criatividade deste cara. Ilustrador, Ben Heine, é um artista visual multidisciplinar belga. Ele é mais conhecido por sua série original "Pencil Vs Camera", "Circlism Digital" e "Carne e acrílico". (http://www.benheine.com)
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
Exposição marcou o ano do centenário de Malinverni Filho
“Arte e Memória: um olhar sobre os 100 anos de Malinverni Filho” esteve durante três dias no Salão de Atos da Uniplac
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| Arte Educadora Roseceli Vieira e a viúva de Malinverni realizaram a abertura oficial da exposição. |
Envolvente, atraente, informativa, cultural... de encher os olhos!
Haja adjetivo para descrever o que foi exposto e realizado no período de 11 a 13 de novembro, em que o projeto Arte e Educação do curso de Artes em parceria com os professores da rede municipal e estadual de Ensino, instalou na Uniplac a exposição sobre os 100 anos de Malinverni Filho.
Dezenas de trabalhos feitos com referência à obra de poesia, escultura e pintura de Malinverni Filho por professores e alunos das redes municipal e estadual de ensino e também de escolas particulares, além de releituras com performances de esculturas vivas, oficinas e apresentações, todas estas atividades compuseram a exposição “Arte e Memória: um olhar sobre os 100 anos de Malinverni Filho”. Uma diversidade de trabalhos, de atividades e modos diferentes de ver e interpretar a obra do artista lageano, reconhecido internacionalmente por suas obras e que foi o precursor do ensino da arte na década de 50.
“(...) No dia-a-dia passam muitas coisas por nossos olhos que nós não vimos e as vezes é muito melhor ser guiado(..)”. Esta é uma parte da fala inicial da peça de teatro com contação, interpretada pela professora Angela Waltrick junto com seus alunos da EMEB Santa Helena e que contextualiza de forma lúdica e marcante o objetivo da exposição: fazer com que os visitantes sejam guiados, por meio de traços, pinceladas, formas e falas, à realidade de uma época, retratada nas obras de Malinverni e reestruturada pelos expositores da mostra. A contação apresentou ainda o passado e o presente da cidade de Lages, e também suas lendas, com foco na vinda do progresso aliado ao cuidado com a questão ambiental. A peça fechou as atividades da mostra que movimentou todo o campus da Uniplac.
A exposição buscou proporcionar uma reflexão sobre a importância da arte e da preservação da memória de um mestre das artes do seu tempo, Malinverni Filho, alusiva ao centenário do artista. A atividade teve sua abertura à visitação realizada na noite de segunda-feira, dia 11 de novembro, e foi encerrada na tarde de ontem (13). Mais de 1.000 pessoas visitaram o espaço da mostra, que foi organizada por meio do projeto Arte e Educação do curso de Artes em parceria com os professores da rede municipal e estadual de Ensino.
EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA DE MALINVERNI FILHO SEGUE ATÉ JANEIRO NA BIBLIOTECA DA UNIPLAC
As obras fotográficas poderão ser visitadas na ser conferidas por toda a comunidade acadêmica e externa durante seu período de exposição na Biblioteca da Universidade, de segunda a sexta-feira das 7h30 às 22h15 e aos sábados das 8h às 12h e das 13h às 16h45.
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Até quando?
Esperar...
A chuva parar,
O amor chegar.
Quando eu puder correr..
Quando eu conseguir ver,
E se eu puder correr,
Se eu conseguir amar.
Esperar...
Será que vou perceber?
E se não aparecer?
Ou ainda, se eu não enxergar...
Esperar, até quando?
terça-feira, 26 de março de 2013
Necessidade de escrever
Vontade... Necessidade de escrever. Mas escrever apenas por escrever.
Não noticiar, não resenhar, não transcrever.
Apenas escrever, com a mesma necessidade de um olhador de nuvens,
sem a responsabilidade do meteorologista.
Galgar versos, vírgulas, traços e pontos.
Buscar por detrás das nuvens, acima delas, mais muito mais... escrever.
Não noticiar, não resenhar, não transcrever.
Apenas escrever, com a mesma necessidade de um olhador de nuvens,
sem a responsabilidade do meteorologista.
Galgar versos, vírgulas, traços e pontos.
Buscar por detrás das nuvens, acima delas, mais muito mais... escrever.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Mulher, ser humana é detalhe
Somos apenas mulheres, seres humanos. Bom, deste segundo termo às vezes, não tenho certeza. Por vezes ultrapassamos a linha da condição humana. No dia em que temos que acordar e ir logo adiantando coisas da casa, como louças, roupas a lavar e depois seguimos ao trabalho - geralmente uma parte dura da rotina, pois é onde temos que demonstrar que nossa condição pode nos fazer muito profissionais e profissionais especiais- e ao final do dia retornar e acabar o que atinha adiantado. Somos mães que temos sob a nossa responsabilidade outras vidas. Somos esposas, posição em que também temos parte de responsabilidade na manutenção de vidas. Nos dias que temos que cuidar disto tudo abandonamos nossa condição humana, passamos talvez ao ilusionismo da mágica, ou ao patamar dos deuses.
Ah... você deve pensar a estas alturas, quanto exagero.
Mas tem mais. Somos estudantes. Artesãs. Temos amigos. Temos cachorros, temos nosso programa preferido na TV, temos os nossos livros de cabeceira, fazemos academia. Ah... nós também descansamos. Nós gostamos de baladas, camping, de visitar nossas mães, de fazer compras e, algumas, gostamos de futebol.
Acho que não contém exageros nos chamarmos "deusas", e fica também longe de feminismo. É, apenas, realidade.
Mais que humanas, somos mulheres e precisamos sim de amor, reconhecimento e elogios. Talvez até oferendas e rituais, como faziam os crentes em suas deusas.
"Lutamos por causas perdidas porque acreditamos nelas. Não esperamos nenhuma recompensa, apesar de merecermos o mundo. Choramos de alegrian e rimos de nossas tristezas. Estamos sempre em busca de algo, e espereamos quando ninguém vem. Caímos e levantamos. Somos pura fragiliddade travestida de rocha. Tentamos a recuperação do irrecuperável. Somos como a lua, pois vivemos fases. Mas apesar dessas controvérsias, somos conquistas, realizações e amor, um mistério fascinante da vida." Do texto “A pele que habito“, de Cindia Regina Meneguetti, do editorial de crônicas da Revista Visão (fev/13)
"Lutamos por causas perdidas porque acreditamos nelas. Não esperamos nenhuma recompensa, apesar de merecermos o mundo. Choramos de alegrian e rimos de nossas tristezas. Estamos sempre em busca de algo, e espereamos quando ninguém vem. Caímos e levantamos. Somos pura fragiliddade travestida de rocha. Tentamos a recuperação do irrecuperável. Somos como a lua, pois vivemos fases. Mas apesar dessas controvérsias, somos conquistas, realizações e amor, um mistério fascinante da vida." Do texto “A pele que habito“, de Cindia Regina Meneguetti, do editorial de crônicas da Revista Visão (fev/13)
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Pipoca em casa: Chico Xavier/ Assassinos de aluguel/ Marley e eu 2
Chico Xavier
Dirigido por Daniel Filho e lançado em 2010, a produção brasileira traz descrita a vida do médium brasileiro Chico Xavier, que viveu 92 anos (1910-2002), sua atividade mediúnica e filantrópica. O filme retrata toda a resignação de Chico à sua missão e a vida conturbada que ele acabou tendo, mas sempre permeada com lutas e amor. Chico Xavier psicografou mais de 400 livros.
Muito bom.
Assassinos de aluguel
Filme lançado em 2012 e dirigido por Jessy Terrero (produtor de “As duas faces da lei”), o filme imprimia em sua sinopse e seu cartaz um pouco mais de ação, e isto decepcionou um pouco. Trata-se de uma trama dentro do serviço de polícia em que os policiais agem para servir, proteger e roubar e que resume-se em... tiras desonestos.Mostra um pouco da realidade constante em muitos dos sistemas de segurança espalhados pelo mundo.
Tive uma impressão morna, daquelas em que não faria diferença não ter assistido.
Marley e eu 2
Lançado direto em DVD em janeiro de 2012, “Marley e Eu 2” é dirigido por Michael Damian e traz uma série de novas peripécias do cãozinho encrenqueiro. Desta vez ele fala... hehe. Isso mesmo, ele se comunica com os seus coleguinhas de rabo abanando, com uma voz e comportamento muito brincalhões, o que torna o filme ainda mais engraçado. Enfim os personagens todos são uma graça, a trama se desenvolve de uma forma legal e apesar de se tratar de uma comédia termina deixando algumas lições de vida para nós humanos.
Vale muito a pena a pipoca. No meu caso foram dois baldinhos de pipoca compartilhados com o Marido.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2013
Pipoca em casa: O som do coração (um dos melhores)
Ele é dirigido por Kristen Sheridan e foi lançado em 2007, apesar de antigo o assisti pela primeira vez hoje, como programação de férias, ao lado da minha irmã Cris, e acaba de entrar para os meus prediletos, daqueles que uma cópia estará num case, sempre a mão...
É realmente comovente, envolvente e literalmente relata a magia da música e o poder do amor...
Vale muito a pena a pipoca e as lágrimas...
"Ouça! Consegue ouvir?
A música?
Eu consigo ouví-la em qualquer lugar…
No vento… No ar… Na luz… Está ao nosso redor...
Agente precisa se abrir… Agente só… Precisa ouvir.”
Em uma unica noite mágica, mas quase casual, do encontro do guitarrista Louis e a violoncelista Lyla, surge Evan, que por má sorte e pela atuação egocêntrica e de má intenção do avô materno o exclui da vida de sua mãe, logo ao seu nascimento, sendo então enviado à um orfanato, de onde, aos onze anos, ele foge, seguindo a música e guiado pela lua, em busca de seus pais.
Como um dom natural, em seis meses Evan, a partir de então August, se torna músico de rua e daí músico profissional, passando por peripécias nas mão de Wizard (o Mago), que queria apenas explorar o seu talento.
Mas ouvindo seu coração e através da música, em um concerto em que mãe e filho se apresentam - com uma série de imagens mágicas trazidas pelo filme - Evan, Lyla e Louis se reencontram num final que leva qualquer um às lágrimas, ou ao menos ao nozinho na garganta.
Excelente... Mega, master, plus, blaster, estelar de bom!
Pipoca em casa - 06 de janeiro de 2013
Lançado em 2011
Dirigido por Elliott Lester
O sargento Brant (Jason Statham), um durão e enérgico policial, que vive um mal momento em sua corporação por ter agredido um psicólogo policial, e também três bandidos de rua, que ainda precisa lidar com o abandono do esquadrão em que trabalha. Com tudo isto ele apóia o inspetor chefe que teve sua esposa morta em um acidente e uma policial, que fica no seu pé o tempo todo, na tentativa de conseguir uma vaga na equipe. Em meio a este turbilhão Brant ainda precisa lidar com "The Blitz", um serial killer que tem como alvo policiais que fazem batidas pela cidade. Muita ação regada pela ótima atuação de Statham. Vale a pipoca.
Lançado em 2007
Direção de Len Wiseman
Ano novo, velhos hábitos?
2013 chegou... o mundo não acabou e nós seguimos vivendo. Mas como seguiremos vivendo? O ano é novo, mas os hábitos e ações nem sempre se renovam. Os discursos - e a vontade- nem sempre são mais fortes que o desejo e a necessidade de mudança.
Algumas vezes a mudança nem é tão necessária, basta apenas a consciência do nosso "eu real" do "eu ideal", e já identificamos o que realmente importa e o que é necessário fazer ou seguir fazendo.
Assim dentro da minha necessidade real, para que eu possa tornar os meus sonhos realidade, não prometerei muito. Prometo me manter consciente das minhas possibilidades e não mais desperdiçar tempo. Fazer o que tenho vontade e não anular mais meus talentos, por nada... Dar importância e atenção às pessoas que as merecerem e ajudar a quem ainda não alcançou merecimento. Vou ler muito. Desenhar bastante. Escrever dentro do possível. Viver. Essa é minha promessa. E o que eu vinha fazendo? Bem, alguns velhos hábitos nunca mudam...
Algumas vezes a mudança nem é tão necessária, basta apenas a consciência do nosso "eu real" do "eu ideal", e já identificamos o que realmente importa e o que é necessário fazer ou seguir fazendo.
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| Mudanças, abandono dos velhos hábitos. |
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