Um dos temas prediletos, mas ainda pouco explorado e com um mundo a conhecer, venho tratar de cinema. Como admiradora desta arte, vivia me remoendo por ainda não ter assistido à trilogia, lançada entre 2001 e 2003, que arrecadou uma das maiores cifras da história das telinhas: O Senhor dos Anéis.
A história sempre me chamou a atenção por saber que seu diretor Peter Jackson rodou os três filmes, em simultâneo, na Nova Zelândia, isso durate 8 anos. Nova Zelândia, terra que ainda conhecerei.
Após 9 horas de filme, distribuídas entre os dias de feriado de Carnaval, o que fica para mim é a real qualidade da produção, um detalhismo, em que cada cena, cada som, nos faz estar ali, na fantasia que permeia a saga de Frodo ao tentar destruir o Um anel.
Altos de adrenalina com as cenas de guerra, emoção e sentimento nas cenas de amizade, amor e doação em prol de uma causa.
Um épico bem contra o mal, em que suas produções colheram 17 Oscars, entre os 30 para os quais foram nomeados.
Adaptação com alguns desvios e inserções da obra-prima homónima de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis ganhou meu respeito.
