quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Me rendi à Sociedade do Anel - Pipoca em Casa

Com o último post aqui no blog realizado no dia após ao grande susto do granizo, retorno pouco mais de quatro meses depois, passado o trauma e todo o seu resultado e iniciado um novo ano cheio de mudanças e novidades.

Um dos temas prediletos, mas ainda pouco explorado e com um mundo a conhecer, venho tratar de cinema. Como admiradora desta arte, vivia me remoendo por ainda não ter assistido à trilogia, lançada entre 2001 e 2003, que arrecadou uma das maiores cifras da história das telinhas: O Senhor dos Anéis.

A história sempre me chamou a atenção por saber que seu diretor Peter Jackson rodou os três filmes, em simultâneo, na Nova Zelândia, isso durate 8 anos. Nova Zelândia, terra que ainda conhecerei.

Após 9 horas de filme, distribuídas entre os dias de feriado de Carnaval, o que fica para mim é a real qualidade da produção, um detalhismo, em que cada cena, cada som, nos faz estar ali, na fantasia que permeia a saga de Frodo ao tentar destruir o Um anel.

Altos de adrenalina  com as cenas de guerra, emoção e sentimento nas cenas de amizade, amor e doação em prol de uma causa.

Um épico bem contra o mal, em que suas produções colheram 17 Oscars, entre os 30 para os quais foram nomeados.


Adaptação com alguns desvios e inserções da obra-prima homónima de J.R.R. Tolkien, O Senhor dos Anéis ganhou meu respeito.

"Como se recupera uma vida antiga? Como se continua, quando em seu coração você começa a entender que não há volta? Há certas coisas que o tempo não pode consertar, alguns machucados que vão tão fundo que serão eternos" Frodo Bolseiro, em o Retorno do Rei - O Senhor dos Anéis.

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