A única coisa que paira no ar hoje é a sensação de tristeza pelo fato, alívio por perceber que poderia ter sido pior e de impotência diante de algo tão forte e imprevisível: a natureza.
Como algo que eu nunca tinha visto antes, às 15h35 desta segunda, 13 de outubro, o dia virou noite, com nuvens carregadas e um barulho enorme de tormenta e menos de 10 minutos depois o céu desabou em granizo.
Uma catástrofe natural, uma tempestade que bombardeou telhados, automóveis e o que mais estava na superfície de cerca de 60% da cidade de Lages (SC).
Raios com seus estrondos horrorosos também fizeram parte de todo o quadro. Mais de 80 mil pessoas atingidas com suas casas destelhadas e inundadas pela chuva que não cessou nas horas seguintes.






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