quarta-feira, 28 de março de 2012

Primeira etapa das gravações do documentário “Da Serra ao Seridó" é finalizada

A primeira etapa das gravações do documentário “Da Serra ao Seridó – Vivências em um Brasil de Contrastes”, produção do cineasta lageano Fernando Leão, foram finalizadas. Os primeiros depoimentos coletados, que comporão o documentário, foram gravados no Rio Grande do Norte, nas cidades que compõem o Seridó Potiguar, como Currais Novos, Acarí, Carnaúba dos Dantas, Timbaúba dos Batistas, Caicó, Cruzeta e Parelhas, dentre outras.

O documentário, que será produzido em versões para a televisão e para Festivais especializados, tem como foco traçar um paralelo entre as tradições, a história, a religiosidade e as proximidades entre os povos de dois locais geograficamente distantes e distintos: o Seridó Potiguar, no Rio Grande do Norte, e a Serra Catarinense.

Para atender ao projeto do filme, a produção buscou no Seridó personagens específicos, que contaram um pouco de suas histórias de vida. “Buscamos pessoas que pudessem trazer um pouco de reconhecimento daquela região. Trabalhamos com pessoas que falaram do significado daquela região, o que é ser daquele lugar e fazer parte do ambiente, em um Brasil tão rico e ao mesmo tempo tão contrastante em suas vivências”, comenta Leão.

Uma benzedeira, um vaqueiro, uma louceira, o homem que é pai de 27 filhos. Histórias que, a primeira vista, parecem singelas, mas que no decorrer das entrevistas, mostraram-se instigantes e curiosas. As histórias de alguns moradores de comunidades quilombolas, localizadas nas cidades de Parelhas e Currais Novos, também foram gravadas. “Todos os personagens têm histórias de vida interessantes, justamente o que buscávamos”.

Depois de passar 25 dias gravando no Seridó, o cineasta está de volta a Lages, onde dará início à segunda etapa do projeto. Fernando Leão e os histor Serra Catarinense, onde as gravações acontecem a partir da segunda quinzena de julho. “A maior experiência será fazer com que estes dois lugares se completem no sentido do filme, uma tarefa bem grande, porque o material coletado no Seridó ficou muito rico”, afirma.
iadores Lourival Andrade Júnior e Sara Nunes, que também são idealizadores do projeto, partem em busca de personagens na

 Mudança de planos
  
O projeto inicial previa que em Santa Catarina, apenas personagens da Coxilha Rica seriam entrevistados para contrapor os depoimentos coletados no Rio Grande do Norte. Entretanto, devido à diversidade de depoimentos coletados, a área de abrangência será ampliada para diversos municípios da Serra Catarinense, como Campo Belo do Sul, São José do Cerrito, Painel, Urupema, além, é claro, do interior de Lages.

“Devido à riqueza dos personagens de lá, só a Coxilha não vai absorver todos os personagens também. Abrimos um leque para fazer em cidades aqui do interior da região serrana”, completa.

No Seridó, foram aproximadamente 60 personagens entrevistados em 25 dias de filmagens. Nem todos os depoimentos comporão “Da Serra ao Seridó – Vivências em um Brasil de Contrastes”. Segundo Leão, grande parte ficará arquivada e poderá fazer parte de projetos futuros.

O projeto conta com o apoio do Correio Lageano, Arsego Estúdio, Dalmolin Pneus, Disauto e Transul.


Texto: Núbia Garcia - Foto: Divulgação

Urupema registra a primeira geada do ano na cidade



A primeira onda de frio do ano deixou a madrugada gelada na Serra Catarinense. Em Urupema os termômetros registraram a temperatura de 0.2°C por volta das 6h da manhã, segundo medições do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de Santa Catarina - Ciram.
A cidade de Urupema registrou sua primeira geada do ano e deixou os carros que ficaram ao ar livre com uma leve camada de gelo. Segundo relato de moradores que acordaram cedo, por volta das 6h da manhã era possível visualizar a geada nos campos em alguns pontos. Por volta das 6h30min da manhã o vento predominou deixando a sensação térmica de ainda mais frio.
Segundo as previsões meteorológicas a forte massa de ar frio deve continuar atuando na região e as temperaturas deverão continuar baixas na próxima madrugada.



Texto e fotos: Marília Oliveira

segunda-feira, 26 de março de 2012

Fenômeno?

Depois dos "Heróis do BBB" e da tal Luiza, agora o viral é a Família "Para nossa alegria". Já não consigo mais identificar o antigo gosto pela cultura e suas manifestações no gosto brasileiro.

Fenômenos? Excesso de informação nesta era da midialização? Ou extrema falta de cultura, agora assumida até pelos próprios veículos de comunicação que tornam atrações de sua programação este tipo de "show"? 

Com tudo eu ainda escolheria a Escolinha do Prof. Raimundo, infelizmente, agora só em Vts antigos... Mas Deus é bom e permitiu que o saudoso Chico Anísio partisse antes de presenciar aqui, de tão perto, a decadência da nossa cultura...


sexta-feira, 23 de março de 2012

A barragem de Paiquerê - por Marcelo Mazzolli


As audiências públicas para debate do projeto da Usina Paiquerê, a ser instalada no Rio Pelotas, iniciaram quinta-feira em Lages, no dia 22 de março, um dia após a impugnação da reunião em São Joaquim.
A política energética Brasileira tem sido intransigente na implantação de usinas hidrelétricas, defendendo tratar-se de energia limpa que colocaria o Brasil entre os países com matriz energética mais sustentável. Esta é uma questão polêmica até do ponto de vista técnico, a qual não discutiremos aqui, mas para quem quiser saber mais, cientistas argumentam que lagos formados por barragens liberam mais metano, um gás com potencial de efeito estufa cerca de 20 vezes mais potente que o gás carbônico (Fernside, 2004).
Concentro aqui em resumir o histórico recente que tornou o trem das obras simplesmente inexpugnável, e para isto vou dar apenas dois exemplos, o da UHE Barra Grande, no mesmo Rio Pelotas, e a de Belo Monte, no Xingu.
Barra Grande ficou conhecida no cenário nacional em razão do escândalo da omissão de florestas de Araucária nos relatórios ambientais. Percebe-se aqui o receio dos empreendedores em relação ao impacto ambiental que poderia representar ameaça ao empreendimento, a ponto de omitirem informações nos relatórios. Mesmo com este escândalo inicial e várias liminares para impugnação, a obra saiu.
Recentemente testemunhamos a aprovação da controversa Belo Monte, a qual os próprios investidores tinham desistido em razão do baixo retorno econômico, com posterior retomada com insistência e ajuda econômica do Governo Federal. A controvérsia não tem fim, o governo entende que é prioridade reduzir ou acabar com a demanda de óleo diesel, alimentada através de carregamentos de óleo por navio oriundos do Rio de Janeiro, para termoelétricas na Amazônia.
A audiência pública de Belo Monte nada teve de semelhança com a que ocorreu em Lages na quarta-feira. Na Belo Monte houve agitação e gritaria logo no início da audiência, tendo seu ponto mais controverso pelo posicionamento dos representantes do Ministério Público Estadual e Federal, membros da mesa, Raimundo Moraes e Rodrigo Timóteo que denunciaram as ‘farsas das audiências de faz-de-conta’ (Siqueira, 2009). Houveram movimentos indígenas, campesinos, e mobilização internacional que trouxeram o então governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger, o diretor de Avatar James Cameron, e a atriz Sigourney Weaver. Nada disto teve efeito, e a licença de instalação da usina foi emitida em junho de 2011.
Trazendo desenvolvimento
No breve histórico acima percebe-se a irreversibilidade das obras. A audiência pública em Lages trouxe um maciço apoio dos empresários, mas também com contrapontos de alguns técnicos ambientalistas, setores da agricultura familiar, e moradores das áreas atingidas. O argumento da energia limpa gerada, da necessidade de energia, e da geração de riqueza através de empregos e royalties foram os argumentos para defender a obra. Os royalties, segundo os expositores, ficariam em torno de um milhão de reais ao ano para a cidade de Lages, um pouco mais de cem mil por mês. Não haverá incremento do ICMs diretamente pois o recolhimento não é na fonte de produção, mas haveria um incremento não quantificado no ICMs geral em razão da maior participação do município na geração de riqueza.
O maior impacto das barragens se dá pelo fato de sua acumulação, ou seja, são vários empreendimentos consecutivos ao longo de uma linha de quase 400 km de comprimento no Rio Pelotas. O projeto da usina Paiquerê apenas fori retomado após um estudo integrado de bacias do Rio Pelotas, cujo resultado não foi discutido na audiência, mas que talvez deva ser trazido à tona nas audiências em Bom Jesus e Porto Alegre.
Os empreendedores defendem que os impactos ambientais são pequenos, desnecessariamente, pois as obras serão erguidas independemente disto. Sejamos então sinceros, 400 km de alagamentos das áreas mais florestadas do Planalto Catarinense representam um impacto grande sob qualquer perspectiva.
Mesmo assim, e tendo em vista a imposição deste modelo de desenvolvimento, ainda temos a possibilidade de discutir os problemas trazidos durante a audiência pública em uma perspectiva mais ampla e esclarecedora.

Sustentabilidade além das barragens
A minha posição é a de olhar para as soluções. Na audiência em Lages foram problematizadas questões que vão além da barragem, como a qualidade de vida dos agricultores nos entornos das áreas atingidas, a submersão de monumentos culturais históricos dos tropeiros, e a sustentabilidade ambiental.
A sustentabilidade socioambiental da região passa, a meu ver, pela inclusão da área rural no modelo urbano de desenvolvimento, mas sem as suas mazelas. Precisamos reconhecer regionalmente que temos um instrumento ambiental-cultural muito forte que é o tradicionalismo, o qual pode integrar as duas vertentes para proporcionar uma alternativa de desenvolvimento. Qualquer um que tenha parado para escutar música tradicionalista percebe na letra as homenagens ao estilo de vida próprio e aos atributos naturais. Alguns dos monumentos dos tropeiros e tradicionalistas podem acabar em museus e em saudosismo se não houver ação. Presevamos apenas o que usufruímos, não sendo diferente o caso das paisagens da Coxilha Rica e do Rio Pelotas. A experiência mostra que a natureza precisa ser valorizada (socialmente) de alguma forma para não desaparecer. Alguns programas de crédito de carbono dão conta de uma parcela das soluções, mas há outras alternativas como o lazer. A Coxilha Rica é sub-utilizada, queremos preservar mas não usufruímos os suficiente.
O lazer nas cidades e praias se dá geralmente em áreas públicas, o que falta na Coxilha Rica e na região como um todo. O tropeirismo não deve ficar apenas nos museus, nas memórias de poucos, em fazendas rurais de alto preço, ou restrito a CTGs e a calvagadas ocasionais. Uma via pública equestre ligando as cidades serranas ao caminho de tropas traria desenvolvimento da mesma forma que as praias atraem os turistas e trazem desenvolvimento às cidades litorâneas. Precisamos abrir o leque de opções para usufruto comum da cultura tradicionalista, das paisagens naturais, e dos passeios equestres. Sem valorização de um público em número expressivo não haverá preservação, e os impactos decorrentes serão cumulativos aos das hidrelétricas. Mas o equilíbrio é delicado, as estradas e principalmente o asfalto trazem a ocupação desordenada. Melhoramos o acesso aos produtores rurais, mas o façamos com estradas de pedra ou lajota, para construir uma estrada turística. Incentivamos a construção de pousadas, alojamentos, estábulos ao longo do caminho, mas com controle sanitário e arquitetônico/paisagístico. Ofereceremos assim uma opção para as pessoas serem engajadas pela natureza e pela cultura local, criando um modelo próprio de desenvolvimento regional. Tudo isto parecia estar entalado na garganta das pessoas durante a audiência, em seus anseios para que o nosso mundinho regional desenvolva prezando nossos atributos mais caros, mas infelizmente são questões que os empreendores de Paiquerê não podem resolver. Nós, em conjunto, podemos.

Marcelo Mazzolli 22 de março de 2012 

Referências

Fearnside, P.M. 2004. Emissões de gases de efeito estufa por represas hidrelétricas: controvérsias fornecem um trampolim para repensar uma fonte de energia supostamente ‘limpa’. Coordenação de Pesquisas em Ecologia, Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Siqueira, R. 2009. Belo Monte de farsas http://www.remaatlantico.org/Members/suassuna/artigos/belo-monte-de-farsas-artigo-de-ruben-siqueira (acesso em 22 de março de 2012)

quinta-feira, 22 de março de 2012

Até onde vamos "comunicadores"?

Bons valores, já virou fato comum, se perdem com o tempo. E esta redução se alastra por diversos segmentos da sociedade e, infelizmente, tem acometido com frequencia até alguns veículos de comunicação, principalmente nas novas mídias. 

A velocidade com que as informações circulam, somada à "necessidade" financeira de alguns profissionais, mesmo em detrimento da boa e velha ética jornalística, tem nos apresentado veículos promíscuos, seja pelo excesso de publicidade, seja pelo "publieditorial" cada vez mais recorrente, ou até mesmo pelo "puxa-saquismo" exagerado, em textos ditos "jornalísticos".

Blogs e páginas de redes sociais são sim o mural para opiniões pessoais, desde que, em meu humilde entendimento, o direito do outro seja respeitado. Quantas e quantas vezes temos visto a imagem de grandes marcas serem postas em cheque, negativamente, apenas porque fulano acha que algo está errado. Não há mais a verificação dos fatos e, pena, os tais "usuários-mídia", replicam estas informações sem fundamento e ao final, sem a tal busca da verdade, missão do profissional de comunicação...Pobres usuários finais de toda essa corrente que acreditam no que lêem, afinal, como se localizar nesta enxurrada de "informações"?

Código Florestal vai acabar com a produção de maçã afirma Collato


Produção de Maçã do Urupemense Clauri Alves
(Pai destaBlogueira)
O vice-presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), deputado federal Valdir Colatto (PMDB/SC), participou, na sexta-feira (16/3), da 21ª Expofeira Nacional da Cebola em Ituporanga (SC). Durante o evento Colatto ministrou palestra sobre Código Florestal Brasileiro, mais de cem pessoas participaram, fazendo perguntas e tirando dúvidas.
Em sua palestra Colatto fez comparativos de alguns pontos do Código Florestal aprovado no Senado com o aprovado no Plenário da Câmara. “Temos que ficar atentos ao artigo que trata das áreas consolidadas. Não podemos admitir e nem aceitar que os agricultores que já estão instalados na beira da água, na encosta, no topo do morro, sejam expulsos das suas terras, onde produzem o alimento que chega a nossa mesa”, salientou.
Valdir Colatto
O parlamentar destacou que a preocupação dos pequenos produtores em SC é unânime. “Se for aprovado do jeito que está os agricultores de SC vão dizer que nós estamos expulsando-os. Eu não vou expulsar produtor nenhum. O governo resiste a isso. Temos que defender nossa produção de alimentos, porque aprovado deste jeito, o Código vai, por exemplo, acabar com o nosso arroz irrigado e nossa produção de maçã”, afirmou.
O vice-presidente da FPA cita que a região Sul irá perder cerca de 943.317 hectares de área agrícola. “Em Santa Catarina temos em média 175.838 imóveis com até quatro módulos fiscais, destes 128.222 ficarão inviabilizados, não podemos permitir que façam isso com o nosso pequeno produtor”, concluiu Colatto.
Assessoria de Imprensa – Deputado Federal Valdir Colatto (PMDB/SC) - Fonte: São Joaquim Online

Urupema se prepara para o 1º Festival do Papagaio-Charão


Foto de Dário Lins 
"Já podem ser avistados pequenos grupos deles, e logo eles irão se reunir em bandos de milhares de aves e sobrevoarão os céus de Urupema em busca de pinhão, sua única fonte de alimento no inverno". 


Imperdível:  I Festival do Papagaio-charão 
Em Urupema/SC nos dias 28, 29 e 30 de abril. 


O Conselho Municipal de Turismo, a Prefeitura Municipal de Urupema, o Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural (IPAC) e o Instituto Federal de Santa Catarina (IF-SC) estão se organizando para realizar o 1º Festival do Papagaio-Charão no município de Urupema. O evento é inédito no Estado de Santa Catarina e deverá contar com a presença de observadores de aves do Brasil inteiro e até mesmo do exterior.

O Festival acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de abril de 2012 e terá em sua programação palestras, concursos e saídas de campo para observar o papagaio e diversas espécies de aves raras. Pelo menos duas palestras já estão confirmadas, sendo uma delas com o professor e fotógrafo de aves João Quental, de São Paulo, e outra com o ornitólogo Adrian Eisen Rupp, de Pomerode (SC).
A idéia de realizar o festival em Urupema partiu do fotógrafo Dário Lins. Anualmente, no período de abril a agosto, grandes bandos de Papagaio-Charão (Amazona Pretrei), sobrevoam os céus da cidade, ave esta que está na lista das espécies ameaçadas de extinção, que buscam em algumas cidades da serra catarinense, como em Urupema, por possuir florestas de araucária, o seu principal alimento, o pinhão.
Os organizadores do evento se reuniram na noite de ontem (14), na Secretaria Municipal de Turismo, para pré-definir a programação. A expectativa é de reunir um grande público, principalmente aos adeptos ao birdwatching.
 Texto de Marília Oliveira


 Mais informações e reservas para o evento entrem em contato com a Rose ou Fernando da Eco Pousada Rio dos Touros 

Urupema terá 1° Encontro de Gaiteiros, Violeiros e Trovadores

A Prefeitura Municipal de Urupema através da Secretaria de Turismo, Urbanismo e esportes está organizando o 1º Encontro de Gaiteiros, Violeiros e Trovadores do município.
Com o objetivo de resgatar e valorizar a cultura local, através da música, o público em geral está convidado para prestigiar o encontro agendado para dia 31 de março, sábado, nas dependências do CTG Nordeste Urupemense, com início às 18 horas.
A programação contará com apresentações artísticas de gaiteiros, violeiros e trovadores do município. Todos os participantes receberão uma lembrança e certificado.

Inscrições
O Secretário Municipal de Turismo, Urbanismo e Esportes, Angelo Pedro Stupp, lembra que os interessados em participar das apresentações devem realizar a inscrição junto à Secretaria até o dia 26 de março em horário comercial. A inscrição é gratuita.

Texto: Marília Oliveira 

quarta-feira, 21 de março de 2012

20ª Sapecada da Canção Nativa e 12ª Sapecada da Serra Catarinense já têm suas canções escolhidas


Festivais acontecem durante a 24ª Festa Nacional do Pinhão

Durante o último fim de semana foram escolhidas as canções que participarão dos Festivais, a 20ª Sapecada da Canção Nativa e 12ª Sapecada da Serra Catarinense, durante a Festa Nacional do Pinhão, programada para o período de 1º a 10 de junho de 2012.

Organizada pela Fundação Cultural de Lages, a triagem  contou com um juri repleto de renomados músicos e compositores:  Mauro Moraes, Hélvio Luís Casalinho, Beto Borges, Sérgio Boscato, Felipe Silveira, João Gabriel Rosa e Rafael Ferreira.

A Sapecada da Serra catarinense acontecerá no dia 1º de junho. Já a Sapecada Nacional acontece durante três noites, começando no domingo, dia 3 de junho.


Classificadas para 20ª Sapecada da Canção Nativa

1- Milonga e Baguala
Ritmo: Milonga
Letra: Rogério Villgran
Música: André Teixeira
Cidade: São Gabriel - RS

2- A Modo de Anunciação
Ritmo: Milonga
Letra: Sérgio Carvalho Pereira
Música: Juliano Gomes
Cidade: Porto Alegre RS

3- Pelo Fio da Crina
Ritmo: Milonga
Letra: Adriano Silva Alves
Música: Joca Martins
Cidade: Pelotas - RS

4- Morena... Morena
Ritmo: Chamamé
Letra: Evair Suarez Gomez
Música: Leonel Gomez
Cidade: Santana do Livramento - RS

5- Terra
Ritmo: Toada
Letra: Adriano Silva Alves
Música: Cristian Camargo
Cidade: Pelotas - RS

6- Mais Um Trago Pro Cecêu
Ritmo: Vaneirão
Letra: Rafael Teixeira Chiappetta
Música: Marcelo Oliveira
Cidade: Gravataí - RS

7- Tierra Adentro
Ritmo: Milonga
Letra: Xirú Antunes e Martin César
Música: André Teixeira
Cidade: Pelotas / Jaguarão - RS

8- Bem Firme no Pega-Mão
Ritmo: Milonga
Letra: Fabrício Marques
Música: Cícero Camargo
Cidade: Pelotas / Canguçu - RS

9- Do Ramão e Minha Infância
Ritmo: Toada
Letra: Eron Vaz Mattos
Música: Cristian Camargo
Cidade: Pelotas / Porto Alegre - RS

10- Mi Pueblo de Ayer
Ritmo: Chamamé
Letra: Martim César
Música: Paulo Timm
Cidade: Jaguarão - RS

11- Trança e Flor
Ritmo: Milonga
Letra: Evair Suarez Gomez
Música: Adriano Gomes
Cidade: Santana do Livramento - RS

12- A Porteira do Tempo
Ritmo: Chamamé
Letra: Gujo Teixeira e Murilo Teixeira
Música: Lucas Ferrera
Cidade: Porto Alegre - RS

13- Romance do Pito Apagado
Ritmo: Rasguido Doble
Letra e Música: Luis Fernando Bender
Cidade: Bagé - RS

14- Um Açude é Um Céu Dentro D’água
Ritmo: Milonga
Letra: Gujo Teixeira
Música: Zé Renato Daudt
Cidade: Porto Alegre - RS

15- Buçal Torcido
Ritmo: Milonga
Letra: Cauê Machado
Música: Otávio Severo e Luis Fernando Bender
Cidade: Arroio Grande e Bagé - RS

16- João Corda Feia
Ritmo: Chamarra
Letra: Rogério Villagran
Música: Rogério Villagran e Sandro Rockembach
Cidade: Pelotas - RS

1ª SUPLENTE- Tradução
Ritmo: Chacarera Doble
Letra: Marcio Nunes Correa
Música: Fabiano Bacchieri
Cidade: Pelotas - RS

2ª SUPLENTE- Um Certo Sul
Ritmo: Milonga
Letra: Zeca Alves
Música: Raineri Spohr
Cidade: Livramento / Dom Pedrito - RS


3ª SUPLENTE- Linha de Fronteira
Ritmo: Milonga
Letra: Sérgio Carvalho Pereira
Música: Silvério Barcellos
Cidade: Rio Grande / Pelotas - RS

4ª SUPLENTE- Piquetero
Ritmo: Milonga
Letra: José Carlos Batista de Deus
Música: Otávio Severo
Cidade: Pelotas - RS


Musicas classificadas para 12ª Sapecada da Serra Catarinense foram as seguintes

1- Depois da Partida
Ritmo: Milonga
Letra: Índio Ribeiro
Música: Índio Ribeiro
Cidade: Lages - SC

2- As Luas do Teus Olhar
Ritmo: Milonga
Letra: Milton César Hoff
Música: Milton César Hoff e Juliano Moreira Lemos
Cidade: Lages - SC

3- Forasteiro
Ritmo: Milonga
Letra: Jean Taruhn
Música: Éder Goulart
Cidade: Lages SC

4- Uma Saudade e Um Galpão
Ritmo: Milonga
Letra: Ramiro Amorim
Música: Kiko Goulart
Cidade: Lages - SC

5- Da minha Ibitiporã
Ritmo: Valseado
Letra: Ramiro Amorim
Música: Vitor Amorim
Cidade: Lages - SC

6- Meu Sogueiro
Ritmo: Milonga
Letra: Índio Ribeiro
Música: Índio Ribeiro
Cidade: Lages - SC

7- Coxilha Rica! Meu Pago
Ritmo: Chamarra
Letra: Marcos Roni de Oliveira
Música: Zetti Gaudéria
Cidade: Lages - SC

8- Baixeiro
Ritmo: Milonga
Letra: Everton Michels e Robson Fogaça
Música: Arthur Boscato
Cidade: Criciúma - SC

9- Gaita Morena
Ritmo: Chamamé
Letra: Adilson Oliveira
Música: Adilson Oliveira
Cidade: Lages - SC

10- O Semeador de Milongas
Ritmo: Milonga
Letra: Milton César Hoff
Música: Daniel Mateus da Silva
Cidade: Chapecó / Lages - SC

11- Milonga de Noite Clara
Ritmo: Milonga
Letra: Bruno Fortkamp de Sá
Música: Ricardo Oliveira
Cidade: Lages - SC

12- Recuerdos de Uma Viola
Ritmo: Toada
Letra: Clauri Silva
Música: Daniel Silva
Cidade: Lages - SC

13- O Sul
Ritmo: Milonga
Letra: Aldo Pereira
Música: Reginaldo Farber
Cidade: Lages - SC

14- Cordeonita
Ritmo: Chamamé
Letra: Aldo Pereira
Música: Maicon Oliveira
Cidade: Rio do Sul

1ª Suplente: Uma Estância no Sul
Ritmo: Milonga
Letra: Iradi Chaves Rodrigues
Música: Reginaldo Farber
Cidade: Lages - SC

2ª Suplente: Entre Um Bordoneio e Outro
Ritmo: Milonga
Letra: Alexandre Ramos
Música: Alexandre Ramos
Cidade: Lages -
SC