quinta-feira, 22 de março de 2012

Até onde vamos "comunicadores"?

Bons valores, já virou fato comum, se perdem com o tempo. E esta redução se alastra por diversos segmentos da sociedade e, infelizmente, tem acometido com frequencia até alguns veículos de comunicação, principalmente nas novas mídias. 

A velocidade com que as informações circulam, somada à "necessidade" financeira de alguns profissionais, mesmo em detrimento da boa e velha ética jornalística, tem nos apresentado veículos promíscuos, seja pelo excesso de publicidade, seja pelo "publieditorial" cada vez mais recorrente, ou até mesmo pelo "puxa-saquismo" exagerado, em textos ditos "jornalísticos".

Blogs e páginas de redes sociais são sim o mural para opiniões pessoais, desde que, em meu humilde entendimento, o direito do outro seja respeitado. Quantas e quantas vezes temos visto a imagem de grandes marcas serem postas em cheque, negativamente, apenas porque fulano acha que algo está errado. Não há mais a verificação dos fatos e, pena, os tais "usuários-mídia", replicam estas informações sem fundamento e ao final, sem a tal busca da verdade, missão do profissional de comunicação...Pobres usuários finais de toda essa corrente que acreditam no que lêem, afinal, como se localizar nesta enxurrada de "informações"?

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