quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Livre admissão da cooperativa de crédito Sicoob/SC Crediserra foi aprovada pelo Banco Central

Após a formatação de um planejamento estratégico que compõe o plano de transformação e o ato aprovado pelos cooperados em Assembleia Geral, a aprovação pelo Banco Central – BACEN, era o passo que faltava para o Siboob_SC-Crediserra passar a atuar como cooperativa de livre admissão de associados.

A aprovação pelo BACEN foi confirmada no dia 16/12/2010 através do expediente 2010/12154.
Até então como Cooperativa de Crédito Rural do Planalto Serrano, o Sicoob/SC – Crediserra atendia apenas a produtores rurais ou agropastoris.

A transformação acontece para que cooperativa de crédito amplie o atendimento aos seus cooperados, através de um planejamento e execução de forma mais detalhada de suas atividades, pois com o novo formato a cooperativa poderá atender a diversas áreas de atuação, abrangendo todas as pessoas físicas e jurídicas.

“A livre admissão de associados abrirá um leque de atuação da cooperativa em segmentos diferentes, alavancando seu crescimento”, afirma o presidente do Sicoob/SC-Crediserra, Antonio Carlos Muniz.

Maçã: Safra e mercado 2010

A colheita de maçã 2010 certamente marcou na história e deixou sinais de alerta aos produtores em conseqüência do excesso de chuvas e dificuldade para contratar a mão-de-obra safrista.O resultado não podia ser outro - maçã colhida fora do ponto para armazenagem, coloração precária para os clones mais antigos e excesso de indústria remetida para as câmaras frias.Foi uma grande safra, situando-se ao redor de 1,3 milhão de toneladas, número muito elevado considerando-se um mercado internacional menos receptivo pela crise, qualidade menor e uma taxa cambial que penaliza o preço dos lotes exportados.

Os preços do mercado interno se mantiveram em patamar abaixo do custo de produção enquanto a colheita se estendia em maio e junho adentro.

Lotes que deveriam ser destinados diretamente à indústria provocaram um tumulto na logística de armazenagem e, o pior, sinalizamos para o mercado uma política de “aproveitamento” de fruta que desestrutura os padrões de qualidade consagrados e permite ao comprador forçar preços de maçã de nichos nobres para níveis aviltantes porque o mercado está inundado de tipo especial ( Cat. 1 e 2 mix), comercial de 4ª categoria e sacolões.

O negócio entre parceiros importantes ficou desequilibrado e fragilizado do lado do produtor e perdemos o controle por se tratar de produto perecível. Qualquer mercado com oferta muito acima do nível de consumo desequilibra o nível de forças entre os agentes.

Parece que o setor precisa de uma intervenção da natureza para equilibrar as forças do mercado.
A colheita 2011 sinaliza uma produção menor, difícil imaginar se a melhoria de preço poderá absorver as perdas deste ano.

Com certeza o nível de endividamento poderá afetar o equilíbrio financeiro por duas a três temporadas, principalmente pelos eventos naturais de geadas tardias e granizos.
Algumas ações merecem ser trabalhadas com mais empenho e de maneira coletiva pelo setor:
1 . A pulverização do setor em uma centena de marcas e classificações fora dos padrões estabelecidos por normas oficiais cria uma confusão de mercado que favorece o distribuidor, com péssimos resultados para o produtor e para o consumidor.
A ação de organizar nosso setor que já está apresentando um bom nível de adesão precisa abranger um percentual mais elevado.
Trata-se de repor um equilíbrio de forças para administrar resultados compatíveis aos elevados investimentos com participação significativa de bancos oficiais, tendo em vista tratar-se de segmento importante na geração de empregos através de empresas e pequenos e médios produtores integrados.

2. Fazer um recadastramento de todos os pomares implantados, identificando idade, clones, porta-enxertos, sistema de condução para avaliarmos o potencial de produção e expectativa de classificação das safras futuras.Passou o tempo que compradores fixavam o preço ao produtor na colheita de forma empírica olhando para a árvore ou para o bin. Também, desmistificou-se a habilidade destes profissionais com seu olho biônico na avaliação da matéria-prima com sua classificação final e preço potencial de mercado.
O mercado permitia porque a oferta era menor, ou através de artifícios de classificação ou, ainda, alegando perdas nas câmaras, pacotes econômicos e o preço fechado não era tão real como se imaginava.Hoje, o preço ao produtor é formado decompondo-se em valores por categorias de acordo com as normas e principalmente pela pressão dos distribuidores que precisam atender as demandas de seus nichos.A partir deste novo conceito torna-se importante firmar nossas estratégias nos clones modernos com 90% de coloração vermelha ou pink que resultam em mais exportação, Cat. 1 e 2 e por conseqüência melhores preços.Não podemos esquecer que estes clones vendem mais que os tradicionais.
Das evidências, podemos concluir:
- Dar maior velocidade na erradicação dos clones tradicionais;
- Informar às Associações as áreas implantadas,erradicadas e, principalmente, as produções anuais, e
- identificar o novo desenho do mercado para evitar novos níveis de sobreoferta.

3. Iniciar negociações com órgãos governamentais e seguradoras para a revisão da Portaria de Classificação e de indenização da maçã granizada, principalmente para a Cat. 3, cujos critérios foram estabelecidos há mais de 10 anos, quando o mercado era comprador.
Hoje, na avaliação do nível de dano se atribui certo valor como fruta de mesa para a Cat. 3, mas o mercado não aceita e este lote acaba sendo destinado para a indústria com remuneração de 10% da maçã de qualidade.Seguro adequado, disponibilizando verbas de subsídio no devido tempo, é uma política governamental para garantia de renda do produtor.

4. Exigir do Governo um controle severo contra a entrada de maçãs que não cumpram com as exigências de classificação, sanidade e que tenham subsídios na formação de preços.
Devemos ser claros e firmes na defesa de nossos interesses, cobrando isonomia tributária/trabalhista, cambial e de juros.

Desníveis provocados por políticas macroeconômicas deverão ser tratados através de mecanismos compensatórios que poderão resultar em desonerações tributárias, cotas ou proibição de entrada em períodos críticos.Nas relações comerciais com outros paises existe um mecanismo clássico de transferência de problemas.

Se o mercado destino dos pepinos não reclamar, continuaremos receptadores de produtos de baixa qualidade e o país de origem continuará com seus problemas e uma vantagem, tem gente que engole.Literalmente, vale para certas categorias de vinhos, sucos e maçãs.
Finalizando, queremos competir em igualdade de condições e não queremos, mais tarde, soluções do tipo refinanciamento de dívidas impagáveis como favor.

Solucionar no devido tempo os problemas existentes e os em vir a ser é a estratégia para um desenvolvimento seguro com o fortalecimento do setor privado que é o grande gerador de emprego, renda e arrecadador de 37% de impostos embutidos no PIB brasileiro.

José Sozo
Vice-Presidente de Promoções - AGAPOMI

Fonte: http://www.agapomi.com.br/jornal.php?noticia=154

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Agricultores serranos recebem capacitação para qualificar a produção orgânica de tomate

Durante a tarde desta terça-feira (14) em uma parceria do Grupo de produtores orgânicos da região de Urupema com a Epagri, foi realizado um treinamento em condução de tomate, com o engenheiro agrônomo, pesquisador da Epagri na de Caçador, Marcio de Medeiros Gonçalves, na propriedade do produtor Lauro Pereira, em Canoas, na cidade de Bom Retiro.

O objetivo do treinamento foi capacitar os produtores, melhorando a qualidade de produção e como o tomate é um dos produtos mais visados para comercialização, foi a cultivar escolhida para tratar no encontro.
Após uma conversa técnica e também demonstração visual dos tratos culturais, problemas sanitários, pragas, técnicas de cultivo e insumos utilizados no cultivo do tomate, foi realizado o treinamento prático de condução do tomateiro nas lavouras da propriedade.
O grupo de produtores é composto por agricultores que praticam o sistema orgânico em frutíferas e hortaliças nos municípios de Urupema, Painel, Rio Rufino e Bom Retiro e realiza parceria de comercialização desde 2009 com a Agrozen aqui para Santa Catarina e com a Rede Orgânica de Produtos Naturais para o estado de São Paulo. Desta forma o grupo consegue garantir o escoamento de sua produção com garantia certa de mercado, e sem ação de atravessadores.
Participaram também do treinamento outros agricultores convidados, os extensionistas Marcelino Campagnaro da Epagri de Urupema e João Pereira da Epagri de Painel, a engenheira agrônoma Gilcilene Arruda Andrade, além de representantes da Agrozen e Rede Orgânica.


Lauro Pereira, proprietário das lavouras observadas, Marcio Gonçalves edemais produtores observando uma das etapas de plantio de tomate.


Marcio Gonçalves com mais orientações ao grupo de produtores.

Em tempo: Urupema conquista mais 5 membros messiânicos

Neste dia 05 de dezembro em Urupema, foi realizada mais cerimônia de outorga de membros da Ingreja Messiânica Mundial, onde mais cinco membros receberam o Sagrado Ponto Focal, Ohikari e receberam a permissão a partir de então pra aministrar o Johrei, com a presença e orientação do Ministro Felipe Luciow.

O messianismo vem agregar Cristianismo e Budismo, com principios similares, com a crença no Deus Sumpremo, mas com a novidade do Johrei.

O Johrei é uma forma de trazer a tona e à prática a centelha divina "encapsulada" em sentimentos materialistas arraigados através de diversas encarnações e que são, estes sentimnentos e pensamentos, purificados pela essência de Deus. É a transformação de sentimenos de mágoa, raiva, ansiedade, quanto a pessoas ou situações, em sentimentos de solidariedade, carinho, perdão, enfim, em sentimentos nobres.

A partir daí, da dissipação dos males, levar esta Centelha Divina a mais e mais pessoas é a missão do messiânico, sem dogmas, e levando sempre consigo a cosciência de que tudo foi e é condedido pelo Supremo Deus.

Johrei é uma palavra japonesa que significa “purificação do espírito” (Joh = purificar, rei = espírito). Tal purificação ocorre através da canalização da Luz de Deus, pelas palmas das mãos do ministrante.

De acordo com Meishu Sama: “Aparentemente, a finalidade do Johrei é a cura das doenças. Mas, na verdade, o seu objetivo é muito mais amplo. Em síntese, Johrei é uma maneira de criar felicidade. Em termos simples, o Johrei cura as enfermidades porque dissipa a sua causa, que são as nuvens espirituais. Mas ao purificar o corpo espiritual de suas nuvens, o Johrei elimina, simultaneamente, todos os sofrimentos do ser humano. Porque a pobreza e o conflito também são manifestações da ação purificadora, juntamente com a doença. Dentre as purificações, entretanto, a principal é a doença, porque afeta a própria vida. Portanto, resolvido o problema da doença, a pobreza e os conflitos também o serão. Este é o princípio da felicidade”.

Regulamentação ou destruição da cadeia de produtos orgânicos?

Entedemos que toda Lei que se faz em nosso país e principalmente esta Lei de Regulamentação dos Orgânicos, 10.831 de 23 de dezembro de 2003, tem objetivos bons. O setor de orgânicos precisa disto, precisa se organizar e fortalecer. Mas antes disto, é necessário que se faça possível aos organismos que hoje fazem parte do sistema, certificadoras, empresas comercializadoras e produtores, tenham condições de se adaptar e poder estar em conformidade com a Lei. Do contrário, teremos a mitigação de milhares de produtores que há anos têm seus produtos comercializados como orgânicos.
Isto acontece porque a Lei entrará em vigor no dia 01/01/2011, e a partir desta data os produtores e empresas só poderão vender seus produtos como orgânicos se forem certificados por uma certificadora acreditada pelo INMETRO e credenciada pelo Ministério da Agricultura. Só que o ritmo dos procedimentos de acreditação não acompanha a vontade dos legisladores. Das 9 certificadoras que entraram com pedido de credenciamento apenas 3 já estão aptas as demais aguardam o agendamento da auditoria ou estão em fase de pedido de credenciamento e acreditação.
Diante de tal grave situação, faz-se urgente a prorrogação da data de início da referida lei. Uma outra alternativa seria a colocação de uma data limite para que as seis certificadoras em fase de credenciamento concluam seus processos ou seus produtores migrem para uma outra certificadora já credenciada. Afinal, qualquer medida a ser tomada demandará um prazo para efetivação.

Caso contrário, mais de 3.000 famílias envolvidas, direta ou indiretamente, no sistema de produção de orgânicos no Brasil, serão prejudicadas e desestimuladas ao perderem sua certificação por falta de tempo para a conclusão do credenciamento de suas certificadoras.
Tais agricultores produzem orgânicos há anos, dedicando-se ao aumento da oferta de uma alimentação mais saudável. Não é justo que 50% desses produtores - já considerados orgânicos - fiquem sem certificação e comprometam seus projetos de vida pessoal e profissional.
“É preciso prorrogar o prazo das auditorias ou estabelecer um prazo limite para a mudança dos produtores para outra certificadora. Não podemos deixar milhares de produtores sem acesso à comercialização de seus produtos como orgânicos a partir de 01 de janeiro de 2011. Tal atitude será um grande desestímulo para o futuro da produção orgânica no país. Isso sem falar no prejuízo das empresas comercializadoras e processadoras, que hoje trabalham com a venda de produtos orgânicos e são certificadas por alguma das seis certificadoras sem o credenciamento. Se as empresas interromperem o comércio de produtos orgânicos, qual será o destino de seus funcionários? E os consumidores? É bem provável que haja protestos, pois, do dia para a noite, os produtos orgânicos certificados sumirão do mercado devido ao rigor de uma lei imposta sem levar em conta a realidade”, questiona o agronômo Harada da Certificadora Mokiti Okada.
Se a produção orgânica brasileira hoje não é grande, cremos que, com tais acontecimentos, ela será, com certeza, diminuída consideravelmente por um período de tempo indeterminado, devido ao desestímulo e ao prejuízo causado aos produtores e empresas que ficarão sem certificação.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

IPAC realiza balanço das atividades em 2010

Nesta quinta feira (02), os sócios do Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC reuniram-se em Assembléia Geral em Urupema para avaliar as atividades realizadas durante o na de 2010.

O Instituto que atua regionalmente na Serra Catarinense teve seu relatório anual aprovado e analisou o andamento dos projetos da área ambiental, como o projeto de avaliação do ataque de lontras aos tanques de piscicultura e o projeto de monitoramento da comunidade de mamíferos em pequenas propriedades rurais. Foram analisadas também parcerias realizadas com IBAMA e outras instituições e empresas que possibilitaram a implementação de diversas outras ações, como a disponibilização, juntamente com a Eco Pousada Rio dos Touros, do turismo científico, em que o turista se hospeda na Eco Pousada, e parte do valor da estadia é destinado ao IPAC e o hospede ainda participa das atividades dos projetos do IPAC.

Outro passo importante do Instituto foi a obtenção do título de Organização da Sociedade Civil de Interesse Público – OSCIP, que facilitará parcerias com o poder público em todos os níveis de governo e também permite doação da iniciativa privada que tem por sua vez o desconto destas doações em seu imposto de renda.

A reunião também contou com a participação de novos sócios, inscritos na ocasião e com a direção e professores do Instituto Federal de Santa Catarina –IFSC.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Urupema em 11 de novembro: mais uma vez... geada.



Ainda mais espessa que a última de 28 de outubro, a geada desta madrugada cobriu de branco a paisagem de Urupema que registrou temperatura de -1,8ºC.
Agricultores produtores de hortifruti trabalharam durante a madrugada molhando as plantações de tomate, para que não fossem cobertas de geada, garantindo assim que as plantas recém mudadas não morressem. "É uma forma de amenizar os efeitos da geada e diminuir o prejuízo ", diz o produtor Armstrong Zen, da Agrozen Produtos Orgânicos.
Já para maçã, principal fonte da economia de nosso município resta aguardar os números que compõe o prejuízo, já que o que não se perde de imediato pela camada de gelo no fruto, sofrerá com doenças como russenting* e má formação por conta das temperaturas baixas fora de período.

Os danos causados pela última geada, ainda em outubro, foram estimados em 70% da produção de maçãs, que gira por ano em cerca de 19 mil toneladas.
*O russeting da maçã caracteriza-se por uma camada de cortiça formada entre as células da epiderme e que dá um aspecto de rugosidade à superfície do fruto, depreciando-o para a comercialização.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Qualidade musical resumida em talento


Marcello Caminha seguindo em sua constante caminhada e missão de levar o violão gaúcho aos quatro cantos dos pampas do sul, descreve a estada no palco em Caxias do Sul junto a Lúcio Yanel, no dia 13 de outubro, como um momento "indescritível".
Acredito que assim também tenho sido para o público presente.Dois talentos natos, ícones da música gaúcha que fazem do violão a expressão pura do sentimento e da vida (sua) do povo do sul.

Fonte: http://violaogaucho.blogspot.com/

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Quarta feira gelada em Urupema em plena primavera


Nesta quarta feira (27) a vegetação da praça central de Urupema amanheceu coberta por uma fina camada de gelo. É a quarta geada registrada no mês de outubro de 2010. Segundo a Prefeitura da cidade, a temperatura mínima foi registrada as 5 horas e ficou em - 0,28ºC
.(Fonte: O Globo)

O frio é sim um caracteristica de nossa região e particularmente de nossa cidade, o que garante sempre belas imagens e um potencial turistico forte, mas na sua época correta. Desde setembro, quando iniciou a floração dos pomares de maçã, a cultura agrícola vem sofrendo com estas intempéries, que prejudicam a produção e como consequência todo o município, já que temos no cultivo de maçãs a fonte da economia de Urupema.


Das 19 mil toneladas que seriam colhidas entre fevereiro e abril do próximo ano, apenas 6 mil, ou 30%, podem ter se salvado. Uma tragédia para um lugar onde a maçã é responsável por no mínimo 65% do movimento econômico local, que gira em torno de R$ 13,5 milhões por ano.

Esperamos que esta onda de geadas termine, apesar de haver uma nova massa de ar polar chegando ao sul do país.

O Globo: http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2010/10/27/urupema-em-santa-catarina-registra-quarta-geada-em-plena-primavera-922885036.asp

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Comemoração do Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito


Desde 1948, as cooperativas de crédito tem se reunido anualmente na terceira quinta-feira do mês de outubro para comemorar a história do movimento do cooperativismo de crédito e suas conquistas. Este ano, o Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito) escolheu o tema “Um lugar confiável para servi-lo” para embasar a celebração.

O tema incorpora as razões pelas quais as 600 milhões de pessoas no mundo escolhem o cooperativismo de crédito para ter acesso a serviços financeiros confiáveis e acessíveis. Este ano, o Cooperativismo de Crédito deve se orgulhar por ser considerado instituições de resistência e excelência em serviços para os membros, mesmo em tempos de dificuldades econômicas.

Os serviços de comprometimento e confiabilidade oferecidos são apenas um exemplo do modo que o Cooperativismo de Crédito se difere dos tradicionais bancos e instituições financeiras que visam o lucro. O Cooperativismo de Crédito é bastante diferente também em sua filosofia e estrutura. Por mais de 150 anos, as uniões de crédito mundiais têm se orgulhado de colocar o ser humano antes do lucro para que todos os membros possam desfrutar dos seus serviços financeiros acessíveis. Como cooperativas financeiras não-lucrativas, as cooperativas de crédito investem seu lucro na ajuda aos membros. E para diminuir ainda mais os encargos e melhorar os serviços, os membros experimentam a diferença que vem através da nossa estrutura democrática, o nosso serviço diferenciado e as metas sociais que o Cooperativismo de Crédito reforça com a filosofia de “pessoa-ajuda-pessoa”.

O Dia Internacional do Cooperativismo de Crédito é para o Sistema de Crédito Cooperativo Mundial, a data que vem ao longo dos anos levantando a bandeira em razão das Cooperativas de Crédito de todo o globo.

O Woccu, órgão máximo do Cooperativismo de Crédito Mundial, e idealizador da comemoração DICC, como também do tema, acredita que são com atributos no patamar da confiança, da transparência, da união, do comprometimento, e da busca por melhores serviços financeiros, que as Cooperativas de Crédito vão conquistando o coração de mais cooperados satisfeitos.

sábado, 23 de outubro de 2010

Investimento em capital humano: Sicoob/SC-Crediserra motiva seus colaboradores


Neste dia 23 de outubro de 2010, na Eco pousada Rio dos Touros em Urupema, o palestrante Professor Antonio Biz, trabalhou motivação aos colaboradores e tambén conselheiro fiscais e administrativos do Sicoob/SC-Crediserra.

Com o tema "Transformando dificuldades em oportunidades", através de atividades, dinâmicas e práticas, o treinamento encerrou o ciclo de palestras realizado desde o dia 19 de outubro em cada um dos quatro município de atuação da cooperativa, Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, e que contou com o total de 750 participantes.









Sicoob/SC-Crediserra leva motivação e oportunidades para cooperados, colaboradores e comunidade na Serra Catarinense

De 19 a 23 de outubro, o palestrante Professor Antonio Biz, parapsicólogo clinico empresarial percorreu quatro municípios da região serrana em nome do Sicoob/SC-Crediserra, abordando o tema “Transformando dificuldades em aprendizado”, através de assuntos como motivação para o aprendizado escolar, motivação para a vida e melhor manutenção de relacionamentos, para adolescentes e adultos.

Iniciado em Bom Jardim da Serra no dia 19, seguindo a São Joaquim, Painel e Urupema, o ciclo de palestras contou com cerca de 750 participantes, sendo o encerramento realizado em Urupema neste dia 22 de outubro.

O ciclo de palestras é a parte final da etapa do Projeto de Educação Cooperativista e Financeira de 2010 da Crediserra, que neste ano permitiu a alunos da rede estadual de ensino nas cidades de Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, conhecerem o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.

Os alunos ainda participaram de concurso de redação em que diversas redações foram premiadas com diversos prêmios, entre eles, poupanças no valor de R$ 100,00, MP4 Players e kits escolares.

O projeto vem sendo realizado há dois anos junto às escolas estaduais e municipais das cidades em que a cooperativa atua e este é a sua 1ª edição junto à comunidade.

As atividades tiveram encerramento na manhã deste sábado com um treinamento especial aos colaboradores da cooperativa.
Prof. Antonio Biz durante dinâmicas com
público em São Joaquim:

Palestra de encerramento com a comunidade de
Urupema:

Palestra comunidade e alunos Painel:

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Sicoob/SC-Crediserra leva motivação e oportunidades para jovens e adultos da Serra Catarinense

De 19 a 22 de outubro, o palestrante Professor Antonio Biz, parapsicólogo clinico empresarial percorre quatro municípios da região serrana em nome do Sicoob/SC-Crediserra, abordando o tema “Transformando dificuldades em aprendizado”, através de assuntos como motivação para o aprendizado escolar, motivação para a vida e melhor manutenção de relacionamentos, para adolescentes e adultos.

Iniciado em Bom Jardim da Serra no dia 19, seguindo a São Joaquim e Painel, o ciclo de palestras já contou com cerca de 580 participantes, sendo o encerramento realizado em Urupema neste dia 22 de outubro.

O ciclo de palestras é a parte final da etapa do Projeto de Educação Cooperativista e Financeira de 2010 da Crediserra, que neste ano permitiu a alunos da rede estadual de ensino nas cidades de Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, conhecerem o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.

Os alunos ainda participaram de concurso de redação em que diversas redações foram premiadas com diversos prêmios, entre eles, poupanças no valor de R$ 100,00 e kits escolares.

O projeto vem sendo realizado há dois anos junto às escolas estaduais e municipais das cidades em que a cooperativa atua.



Prof. Antonio Biz durante dinâmicas com público em São Joaquim.

Aprenda: Transforme dificuldades em oportunidades!


sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Projeto de Educação Cooperativa em São Joaquim

Chegou a vez dos colégios estaduais de São Joaquim receberem o projeto de Educação Cooperativista do Sicoob/SC- Crediserra. Nestes útimos dois dias (15 e 16) cerca de 300 alunos das Escolas de Educação Básica São José e Ary de Souza Borges receberam informações sobre cooperativismo e educação financeira.

Cumprindo dois dos sete princípios cooperativistas,”Educação, formação e informação” e “Preocupação com a comunidade”, o projeto tem o objetivo maior de fazer com que os participantes reconheçam o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.

Em 2010, o projeto já esteve nos colégios em Urupema e Painel e chegará a Bom Jardim na próxima semana, dias 22 e 23 de setembro, se estendendo também as comunidades de cada um destes municípios, com um programa de palestras e encontros expositivos, previstos para o período de 19 a 22 de outubro, período em que se comemora o cooperativismo de crédito em todo o mundo.

A etapa 2010 da Educação Cooperativista do Sicoob/SC-Crediserra irá até novembro e prevê atender cerca de 600 alunos além da população dos municípios onde a cooperativa atua.



Cooperar para viver melhor!





segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Cooperativismo nas escolas: adolescentes da rede pública de ensino conhecem o sistema cooperativo

Nestas duas últimas semanas os colégios de Painel e Urupema contaram com atividades do projeto de educação cooperativista promovido pelo Sicoob/SC-Crediserra, onde alunos adolescentes receberam através de encontros expositivos e atividades lúdicas, informações sobre o cooperativismo e também sobre educação financeira.
Iniciado em 2009, e neste ano com o atendimento a cerca de 350 alunos da rede estadual de ensino nas cidades de Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, o Projeto de Educação cooperativa e financeira, promovido pelo Sicoob/SC Crediserra.
O projeto que busca cumprir dois dos sete princípios cooperativistas, Educação, formação e informação e Preocupação com a comunidade, tem o objetivo maior de atingir os participantes de forma que reconheçam o cooperativismo e suas características visando à formação de cidadãos capazes de empreender e construir coletivamente.
Os alunos agora participarão de um concurso de redação com o tema cooperativismo de crédito, em que as redações vencedoras receberão diversos prêmios entre eles poupanças no valor de R$ 100,00 e kits escolares.
Em 2010, o projeto ultrapassa os muros dos colégios e chega à comunidade em geral, com um programa de palestras e encontros expositivos, previstos para outubro, período em que se comemora o cooperativismo de crédito em todo o mundo.
O Projeto em 2010 já atendeu 150 alunos nos colégios Antonio Trivellin de Painel e Manoel Pereira de Medeiros em Urupema e prevê chegar ao total de 500 ao seu final. Os próximos encontros expositivos acontecem em São Joaquim na segunda quinzena de setembro.

Alunos e dinâmicas na E.E.B. Manoel Pereira de Medeiros

Alunos da E.E.B. Pe. Antonio Trivelin

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Neve, frio e muita beleza... Urupema


Clique e assita ao vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=LIn3ipvsDro



quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Neve em Urupema em 03 de agosto de 2010 - Uma das maiores dos últimos tempos

 Caminho para o Morro da Torres - Urupema SC

 Caminho e vegentação Morro das Torres - Urupema /SC.


O encantamento da pequena Lara, vendo (e sentindo)
pela primeira vez o flocos de neve.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

PRORROGADAS AS INSRIÇÕES DO 1º CONCURSO FOTOGRÁFICO BIODIVERSIDADE DA SERRA CATARINENSE

O Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC, divulga o novo prazo para envio dos trabalhos fotográficos para inscrição no concurso Biodiversidade da Serra Catarinense, suas belezas e principais ameaças.

Os trabalhos serão recebidos até o dia 31 de agosto de 2010.

Visando a melhoria no processo de recepção dos trabalhos fotográficos inscritos, o instituto estará recebendo as fotos também via e-mail junto a ficha de inscrição que se encontra no site. O endereço para envio é: contato@institutoipac.org.br.

As fotos impressas (reveladas) continuam sendo recebidas via correios no endereço do Instituto: Rodovia SC 439, km 20, localidade de Rio dos Touros CEP 88.625-000, Urupema, SC.

Acesse e saiba mais na página do IPAC:
http://www.institutoipac.org.br/

Desenvolvimento: I Ciclo de Palestras - Dia do Agricultor - Urupema

Valorizar a maior fonte de renda do município através do conhecimento e da informação...

Palestra: Manejo da Sarna da Macieira,
com o Mestre Jose Itamar Bonetti, pesquisador da Epagri
Eis uma ação a ressaltar e ainda em tempo parabenizar a organização do I Ciclo de Palestras do Dia do Agricultor em Urupema.
Em comemoração ao seu dia, os agricultores da cidade contaram com um ótimo conteúdo em palestras e debates divididos em dois dias 27 e 28 de julho. Cooperativismo, produção de frutíferas e hortículas, uso racional de agrotóxicos, leis ambientais, agricultura orgânica, entre outros, foram alguns dos temas pertinentes a dinâmica do dia-a-dia atual do produtor rural, que foram trabalhados por pesquisadores e profissionais das áreas afins durante a programação.

O evento foi uma realização da Prefeitura de Urupema, através de sua Secretaria de Agricultura em parceria com a Epagri e o Projeto Microbacias II , e contou com a participação de mais de 200 pessoas.

Dia do Agricultor

O Dia do Agricultor é comemorado na mesma data do aniversário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 28 de julho, que comemorou em 2010, 150 anos de existência.
Ele já foi chamado pelo mais variados termos: camponês, lavrador, agricultor de subsistência, pequeno produtor, agricultor familiar.

O agricultor se utiliza dos recursos do solo para fazer as plantações, além de utilizar maquinários e equipamentos específicos. Assim como os outros meios tecnológicos se desenvolveram, as técnicas de plantio também tiveram as tecnologias inseridas em seu contexto.

A evolução social e as transformações sofridas por esta categoria são conseqüências de uma nova situação deste trabalhador fundamental para o desenvolvimento do País.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Grupo de produtores orgânicos se fortalece e inicia mais um ano de parceria na região de Urupema


Durante o fim de semana foi realizada o encontro de análise da parceria de produção e comercialização da produção orgânica de pequenos produtores no município de Urupema e cidades vizinhas.
Apesar da frustração da safra 2009/2010, causada pelas intempéries e excesso de chuvas do último verão, a análise foi positiva já que o Grupo Horta em São Paulo recebeu desde dezembro de 2009 a até esta semana 40 toneladas de diversos produtos, frutas e verduras produzidas no sistema orgânico, nos municípios de Urupema, Painel, Bom Retiro e Urubici.
A reunião contou com a presença dos produtores, dos representantes da Agrozen e do Grupo Horta e também com extensionistas da Epagri Regional de São Joaquim, que promoveram uma produtiva conversa sobre produção orgânica e nutrição do solo, liderada pelo renomado consultor em agricultura biodinâmica, Geraldo Deffune, PhD em Cultivos Integrados e Organismos Agrícolas.
O agrônomo da Cultivar Orgânicos, empresa do grupo horta, frisou aos produtores a questão da qualidade orgânica, segundo ele “ o mercado chegou a um grau de competitividade que além de ser saboroso, nutritivo e sem agrotóxicos o produto deve ser bonito aos olhos do consumidor”.
A parceria segue na safra de 2010/2011, com objetivo de garantir aos produtores o escoamento de sua produção e reciprocamente garantir ao grupo de comercialização final o abastecimento de seu mercado que está localizado em granes redes supermercadista nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Geraldo Deffune da Epagri/E.E. São Joaquim
fala aos produtores sobre produção orgânica

Mais frio: 15 de julho extremamente gelado em Urupema









quarta-feira, 14 de julho de 2010

IPAC: Fotos do Concurso Biodiversidade da Serra Catarinense podem ser enviadas via e-mail




O IPAC, visando a melhoria no processo de recepção
dos trabalhos fotográficos inscritos no concurso
Biodiversidade da Serra Catarinense, suas belezas
e principais ameaça,
informa que as fotos podem também
ser enviadas junto a ficha de inscrição que se encontra
no site, para o e-mail de contato do Instituto:
As fotos impressas (reveladas) continuam
sendo recebidas via correios,
no endereço do Instituto: Rodovia SC 439, km 20,
localidade de Rio dos Touros CEP88.625-000 – Urupema, SC
Acesse e saiba mais na página do IPAC:

Por mais que não tenhamos estrutura: Urupema a cidade mais fria do Brasil!









Aves do Brasil Central incrementa programação de mostra audiovisual do IPAC


O curta metragem Aves do Brasil Central, recém produzido e documentado por Havita Rigamonti, foi rodado neste dia 13 no Colégio Estadual Manoel Pereira de Medeiros, para jovens e adolescentes da cidade de Urupema.

O público presente acompanhou através do filme, um estudo da vida silvestre, a mostra do trabalho de observação de aves da região do Cerrado e do Pantanal, ligando as mais de 100 espécies registradas, não só a esse Bioma, mas a toda a biodiversidade da região central do Brasil.

Após a exposição do vídeo o documentarista debateu com os participantes sobre o seu trabalho, as dificuldades e o prazer encontrado durante a realização do trabalho de filmagem dos animais, não só para este filme, mas para as diversas outras produções audiovisuais já realizadas pelo técnico em ecoturismo.

O filme Aves do Brasil Central foi exposto paralelamente a 2ª Mostra Nacional de Produção Audiovisual organizada pelo Ministério do Meio Ambiente, numa realização do IPAC em parceria com a EEB Manoel Pereira de Medeiros.

Circuito Tela Verde tem dois dias de mostra em Urupema

Nos dias 12 e 13 de julho de 2010, o IPAC esteve em mais uma parceria com E.E.B. Manoel Pereira de Medeiros, em Urupema, promovendo a 2ª Mostra Nacional do Circuito Tela Verde.

O objetivo da mostra é promover o estímulo à reflexão acerca da questão ambiental na atualidade, bem como o despertar da sociedade para participação nos processos de gestão ambiental local, através da exposição de vídeos e produções independentes organizados e selecionados pelo Ministério do Meio Ambiente.

Como espaço exibidor da mostra cadastrado junto ao Ministério do Meio Ambiente, o Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC, nos dois dias de atuação junto à comunidade escolar no município de Urupema, atingiu cerca de 140 adolescentes.
O CIRCUITO TELA VERDE é organizado pelas Secretarias de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental, por meio do Departamento de Educação Ambiental do Meio Ambiente, e Secretaria Audiovisual do Ministério da Cultura, com participação do Cine Mais Cultura.A próxima da mostra acontecerá no auditório do CCJ na Uniplac em Lages, com entrada franca, no próximo dia 28 de julho.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

IPAC promove Concurso Fotográfito com o tema Biodiversidade da Serra Catarinense


IPAC promove Concurso Fotográfito com o tema Biodiversidade da Serra Catarinense
O Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC recebe inscrições desde 1º de junho, para o seu 1º Concurso Fotográfico. Os trabalhos fotográficos podem ser enviados para a sede do Instituto até o dia 30 de julho de 2010.
Com o tema Biodiversidade da Serra Catarinense, suas belezas e principais ameaças, o concurso foi idealizado com o objetivo de registrar e preservar as espécies da fauna e flora da região da Serra Catarinense.
O Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC vem implementado pequenos projetos na área ambiental, há pouco mais de um ano, quando foi constituído. Sua sede está no município de Urupema e sua missão é promover a conservação do meio ambiente e dos recursos naturais, culturais e históricos, bem como o desenvolvimento sustentável através de pesquisas, estudos e aplicações de projetos socioeconômicos, ambientais, culturais e educacionais.

A comissão julgadora formada por um fotógrafo e dois profissionais da área ambiental, avaliará os trabalhos logo após o término do prazo de inscrições, e a premiaçaõ acontecerá durante o mês de agosto. Dentre os prêmios estão estadias na Ecopousada Rio dos Touros e a realização de um dos roteiros oferecidos pela operadora de turismo Ecos da Serra.
O regulamento, as inscrições e mais informações sobre o concurso fotográfico são disponibilizadas no site do Instituto, www.institutoipac.org.br.

terça-feira, 8 de junho de 2010

IPAC lança concurso fotográfico Biodiversidade da Serra Catarinense junto a comemoração do aniversário do município de Urupema

Registrar para não esquecer, mostrar para valorizar, ajude você também nesse trabalho! Participe do 1º Concurso Fotográfico Biodiversidade da Serra Catarinense, suas belezas e principais ameaças!

O Instituto de Pesquisas e Aplicação Ambiental e Cultural - IPAC participou nesta terça feira dia 1º de junho, das comemorações do 21º aniversário do município de Urupema, onde apresentou os animais empalhados e também lançou o 1º Concurso Fotográfico Biodiversidade da Serra Catarinense, suas belezas e principais ameaças.
O concurso idealizado com o objetivo de registrar e preservar as espécies da fauna e flora da região da Serra Catarinense tem suas inscrições abertas no período de 1º de junho a 30 de julho de 2010. O regulamento, as inscrições e mais informações são disponibilizadas no site do Instituto
www.institutoipac.org.br.
Já a mostra de animais empalhados, com animais cedidos pela Base Avançada de Pesquisas - BAP do IBAMA, que é parceiro do Instituto em outros projetos, possibilitou à população que visitou o local, visualizar as espécies animais em seu tamanho e forma naturais, causando a sensibilização e a curiosidade de muitos.
O IPAC também trouxe a exposição, sua estrutura de trabalho, composta por câmeras, rádios, armadilhas fotográficas, GPS e uma apresentação com fotos dos diversos projetos e atividades já desenvolvidos.
Durante esta semana, o IPAC está promovendo ainda atividades de educação ambiental no E.E.B. Manoel Pereira de Medeiros, através de filmes, dinâmicas e também de trilhas ecológicas até a Reserva Rio dos Touros, uma reserva particular do patrimônio natural que é administrada pelo Instituto.
Todas as atividades fazem parte da Semana do Meio Ambiente do IPAC, promovida em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho.




terça-feira, 13 de abril de 2010

Cultura, história e verdade

Diferentemente de alguns ritmos, que na atualidade juntam alguns "batuques" a que chamam música, o estilo nativista traz além da cultura gaúcha e do dia-a-dia do campo, muito da verdade contida na história e nas estórias da vida de pessoas que participaram na construção da civilização atual, tudo isso dentro de acordes ritmados, bons de se ouvir... De forma emocionada e romântica até, mas que marca a passagem de seres como Cristóvão Pereira, músicas como esta, entre tantas outras devem sim ser valorizadas.

Letra: Carlos Gomes e Chico Sosa

Música: Angelo Franco
Interpretação: Angelo Franco e Nilton Ferreira

Relatos oficiais e registros sobre a Estrada da Mata:


"Antes não haviam passagens, e Cristovão Pereira de Abreu, abriu os primeiros caminhos na Estrada da Mata.

Nesta época a ligação entre o sul e o centro do país era feita apenas por navios, de Colônia do Sacramento no Uruguai, passando por Laguna, até São Vicente e Santos. Por terra ninguém imaginava passar, pois entre as planícies e o planalto surgiam escarpas intransponíveis. Ele percebeu que em Minas Gerais só havia ouro, mas faltavam cavalos e mulas, pois o transporte por lá era no lombo dos escravos. No sul, principalmente os índios Charruas e os Minuanos, poderiam fornecer os animais a preços muito baixos. Associou-se mais tarde, com o lagunense Francisco de Souza Farias e agregados, abrindo caminho serra acima entre o Morro dos Conventos, à beira do Atlântico, chegando aos Campos de Curitiba no planalto. Chegou com 800 cavalos e mulas, viabilizando a ligação entre o Sul e a longíncua Vila de Sorocaba. Em nova investida com mais tropeiros e animais, que durou um ano e alguns meses, construiu pontes e alargou caminhos. Assim, nasceu o fabuloso ciclo dos tropeiros ligando o Rio Grande a Sorocaba. Depois, abriu um novo caminho no sul, sem ir até o Morro dos Conventos. Este ocorreu entre os Campos de Viamão e os de Lages. Muitas cidades nasceram nesta nova rota (...)." Do livro RODEIO DOS VENTOS de Barbosa Lessa, do historiador Manoel José Gomes de Freitas.
A Estrada da Mata foi construída no século XIX e era um caminho utilizado pelos tropeiros para o transporte de gado, cavalos e muares de Viamão no Rio Grande do Sul para Sorocaba em São Paulo.
Localizada ao norte de Santa Catarina e sul do Paraná, entre os atuais municípios de
Santa Cecília (SC) e Campo do Tenente (PR) este era o trecho da viagem dos tropeiros que enfrentavam as maiores dificuldades, uma vez que a maioria dos outros trechos da viagem eram feitos em campos como os Campos de Cima em Vacaria no Rio Grande do Sul, Campos de Lages e Curitibanos em Santa Catarina, e nos Campos Gerais no Paraná.
Existem outras denominações para este caminho como Estrada Real e Estrada do Sertão.
Atualmente, a
BR 116 no norte de Santa Catarina, possui o traçado por muitos trechos por onde antes passava a Estrada da Mata. Fonte: http://www2.mafra.sc.gov.br/

segunda-feira, 29 de março de 2010

Ecopousada Rio dos Touros... Aqui é lugar da valorização!


Valorização da Família, mas não só da família Ari Fernando,
Rose e Guilherme, mas de todas as famílias que ali se achegam seja pelo motivo que for...
A família dos amigos e os próprios amigos, as famílias dos visitantes, turistas, estudantes, trabalhadores e cientistas...
As famílias de graxains, veados, bugios, e das mais variadas espécies de pássaros, as rosronentas curucacas ou as posudas siriemas...
As famílias de plantas, flores, frutos e peixes...
Enfim esta é a Família da Ecopousada Rio dos Touros!

Venha, visite e faça parte dela você também...

Mais informações: http://www.riodostouros.com.br/


Assembléia leva aos cooperados os bons resultados do Sicoob/SC Crediserra em 2009

Neste dia 27 de março de 2010, em Urupema, foi realizada a Assembleia Geral do Sicoob/SC Crediserra, onde a diretoria e funcionários apresentaram os resultados e o relatório de gestão de 2009.
Na oportunidade mais de 200 sócios/cooperados e seus familiares acompanharam a demonstração dos resultados financeiros da cooperativa no ano de 2009 que foram positivos e muito satisfatórios. Em um comparativo percebeu-se o crescimento do Patrimônio Líquido da cooperativa, que é composto pelas cotas partes de cada cooperado, mais as receitas e fundos que garantem a cooperativa, de R$100.000,00 em 2001 para R$ 3.154.880,00 em 2009.
Foram apresentados também os projetos realizados em 2009 e que terão continuidade em 2010, que complementam a carteira de serviços do cooperativa, pois os 2.260 sócios, espalhados pelos 4 municípios onde a cooperativa atua, Urupema, Painel, Bom Jardim da Serra e São Joaquim, além de contarem com diversos serviços financeiros e de crédito, como pagamentos de contas, poupança, depósitos e movimentação em conta corrente, financiamentos pessoais, de lavouras e equipamentos, têm a sua disposição também projetos, entre eles: Observatório e novas alternativas em frutas, Melhoramento Genético de Gado, Educação Cooperativista, Procapcredi, Compra conjunta de insumos agrícolas, além da medição de áreas de lavouras, coletas de solo e recomendações técnicas aos produtores associados que utilizam dos serviços de crédito rural, bem como o recém lançado Programa de Otimização dos Recursos Escassos, que dará aos cooperados noções de administração financeira.
Nosso papel é emprestar dinheiro, mas vamos muito além disto, pensando sempre no desenvolvimento do cooperado”, comentou com satisfação o presidente do Sicoob/SC-Crediserra, Antonio Carlos Muniz.
Ao final da Assembléia Geral em comemoração aos bons resultados foi servido um churrasco com música ao vivo durante toda a tarde de sábado.




Presidente do Sicoob/SC-Crediserra, Antonio Carlos, fala aos cooperados.

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A ação coletiva e a educação cooperativa

A ação coletiva é a onda renovadora que cerca a sociedade de hoje. A evolução do individualismo para certas formas coletivas está perto de acontecer, embora a ação coletiva seja mais difícil do que a ação individual. Deveria ser esta a caracteristica de uma raça madura. O fácil, primeiro, e mais tarde, o difícil. Este é o caminho de todo desenvolvimento. Em sua origem a raça humana não estava preparada e não era capaz de uma ação coletiva coordenada. pensou-se que o caminho mais fácil era do individualismo, agora que a humanidade qprendeu a andar, ela se dirige para uma ação coletiva.(...)
Há sociedades em diversos aspectos da vida social, organizações profissionais de médicos, advogados, artistas, etc. Se este perceberam a necessidade de agruparem-se, o homem economicamente explorado deveria percebê-lo mais ainda. Não importa quantos são se não forem unidos, não podem fazer nada. O fato é que é o processo economico atual requer a participação de muitos. (...)
Estes são trechos do livro Donos do seu próprio destino, que vêm reforçar a importância da sociedade de pessoas em qualquer atividade e principalmente para recuperação da dignidade humana, para os trabalhores, sempre explorados economicamente, que com a ção coletiva tem a oportunidade de crescerem neste aspecto, o econômico e em diversos outros como cultural e social. O seu autor Moses Michael Coady, coloca ainda em suas a importância da determinação e da busca de conhecimento. Segundo ele, o crescimento do indivíduo dá-se pela dedicação não só a um expediente remunerado, mas mais do que isso à dedicação ao trabalho coletivo e principalmente à dedicação a obtenção do conhecimento científico, fazer com que educação seja realmente o processo de desenvolvimento da capacidadade de pensar, e pensar com clareza.

Os sintomas finais da sociedade e do sistema de educação atual são a pobreza de pensamento e inspiração. "A mente do homem do povo é colocada em um molde de gesso e tende a se converter em um robô. Sua única salvação é se livrar do gesso, antes que endureça no molde (...)"

Agora o homem do povo tem a possibilidade de alcançar o domínio das forças econômicas.

Essa responsabilidade recai sobre a população adulta atual e o fato dela não se sentir capaz, aumenta a evidência que que se devem guiá-la e mostrar que com a realização de coisas concretas e tangíveis se assegura a justiça social, a democracia e uma vida melhor. E aí está o papel da educação cooperativa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Iniciada a segunda estapa do projeto Estudo de Comportamento do Macaco-prego

Espiga, a fêmea de macaco-prego (Cebus sp.) mantida na BAP/IBAMA foi tranferida para o recinto grande totalmente remodelado pelos biólogos responsáveis pelo projeto e servidores da BAP (Base Avançada de Pesquisas).
A transferência faz parte do projeto de Estudo do comportamento de macaco-prego cativo.

Lei mais aqui.

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

COOPERAÇÃO: LIÇOES DO FORMIGUEIRO

Animais e homens, para ambos a cooperação parece ser o fator chave do sucesso. Golfinhos formam grupos para encurralar cardumes de peixes com resultados muito melhores que a caça individual. Chimpanzés formam bandos de mais de cem indivíduos que os protege contra predadores e bandos rivais. E a humanidade forma grupos de trabalho há muitos milhares de anos. Henry Ford revolucionou a indústria com o conceito de linha de montagem, que nada mais é do que uma nova forma de organizar a cooperação humana. Mas como convencer cada indivíduo a atuar cooperativamente como parte de um grupo? Por mais que o desempenho cooperativo de um grupo seja a opção mais interessante para a coletividade, os mecanismos do individualismo, da deserção e da trapaça tendem a trazer benefícios ainda maiores para cada indivíduo em particular. (...)


Em termos de cooperação, entretanto, nada se compara ao que acontece com as formigas. Estes insetos têm uma organização sem hierarquia formal definida, sem mecanismos coercitivos, sem punições ou recompensas e sem estruturas de comando que funciona maravilhosamente bem. Todas as formigas cooperam e colocam a sobrevivência do formigueiro acima de sua própria sobrevivência. Não existe deserção individual entre as elas. Formigas jogam segundo a estratégia do “coopere sempre” há milhões de anos com excelentes resultados. Mas não é isto que acontece entre os humanos, que sempre estão à mercê de uma traição de outra parte. Os seres humanos precisaram desenvolver mecanismos para estimular a cooperação mútua baseados na punição.

Para que a sociedade humana funcione, foi necessário criar o mecanismo do ostracismo, em que o indivíduo não-cooperativo é excluído do grupo. Para que se saiba quem é que não coopera – e, portanto, quem é que deve ser mantido fora do grupo – criou-se um outro mecanismo denominado estigmatização. O estigma é uma marca que o indivíduo condenado ao ostracismo carrega para ser facilmente identificado. No Oriente Médio, a amputação das mãos é um mecanismo usado até hoje para estigmatizar um ladrão. Uma pessoa maneta é facilmente reconhecida como uma ladra e, com isto, toda a sociedade sabe que ela não é digna de confiança. Ao contrário das formigas, nós só conseguimos obter a cooperação recíproca na marra. Se nós cooperássemos sempre espontaneamente, não haveria a necessidade de tantos mecanismos punitivos e/ou defensivos, como leis e contratos.

O maior problema do mecanismo da estigmatização e do ostracismo é que o indivíduo é impedido de permanecer no grupo por um comportamento passado, mas nada garante que isto se repetiria no futuro. Um caçador pode eventualmente desertar do grupo para caçar o coelho porque sua mulher acabou de parir um bebê e ele não podia prescindir de alimento naquele momento específico. Mas, no futuro, aquele caçador poderia voltar a se comportar cooperativamente e fazer a diferença para a sobrevivência do grupo, coisa que não vai ser possível se ele for estigmatizado e condenado ao ostracismo. O processo de estigmatização faz com que a sociedade dirija somente olhando no retrovisor e não para frente. Parece que temos muito a aprender ainda com as formigas.
Resumo dos textos de Raul Marinho.