A decisão do STF nesta quarta-feira (17) em derrubar a exigência do diploma para exercício da profissão de jornalista mostra mais uma vez como as coisas andam em nosso país. A previsão de que esta decisão se estenda às demais profissões que não exijam “conhecimento técnico/científico”, me envergonha ainda mais. Quer dizer, no caso do jornalista, por exemplo, a decadência em qualidade da profissão e o aumento de erros e escândalos em uma área extremamente complexa de atuação, serão inevitáveis.
Atualmente, já há uma infinidade de profissionais, por aí que se dizem assessores de imprensa, atividade exercida formalmente por Jornalistas e Relações Públicas, que escrevem e relatam banalidades, realizando muito mais publicidade tosca do que informação em seu sentido mais verdadeiro, ético e profissional.
Iguala-se por essa decisão, os profissionais, que passam quatro anos nos bancos escolares, a pessoas que acham “legal” se dizerem jornalistas e escrevem colunas em jornais país afora.
Obter qualificação em jornalismo é muito mais que a redação de textos e releases, e é sim uma maneira idônea de evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros ao contrário do que disse o presidente do STF, Gilmar Mendes.
A advogada Taís Gasparian, que defendeu que a exigência do diploma é inconstitucional disse durante o julgamento “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade". Sim concordo e digo mais, é o compromisso com a informação e também com a VERDADE, CORRETA, COESA e PRATICADA DE FORMA PROFISSIONAL .
O diploma de jornalista jamais foi ou será um obstáculo para a liberdade de expressão, como também foi colocado durante o julgamento, e sim uma garantia de que o jornalista com a formação, esse sim gabaritado e preparado na defesa da verdade, estará apto a desenvolver e atuar na profissão de jornalista e não só colaborar com jornais.
Segundo o G1 da Globo o fim da exigência do diploma foi comemorado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ), lógico, assim estes veículos de imprensa podem empregar seus escritores legalmente, e ainda intitulá-los jornalistas. Comemoração? Com que intuito? Será que é o fato de que o jornalista desde sua regulamentação no Brasil há 40 anos, até em tempos de regime militar e censura, sempre se destacou? Enquanto colunistas e colaboradores “os se achando”, com a liberdade de expressão sem compromisso sustentam um sucesso transitório?
Atualmente, já há uma infinidade de profissionais, por aí que se dizem assessores de imprensa, atividade exercida formalmente por Jornalistas e Relações Públicas, que escrevem e relatam banalidades, realizando muito mais publicidade tosca do que informação em seu sentido mais verdadeiro, ético e profissional.
Iguala-se por essa decisão, os profissionais, que passam quatro anos nos bancos escolares, a pessoas que acham “legal” se dizerem jornalistas e escrevem colunas em jornais país afora.
Obter qualificação em jornalismo é muito mais que a redação de textos e releases, e é sim uma maneira idônea de evitar eventuais riscos à coletividade ou danos a terceiros ao contrário do que disse o presidente do STF, Gilmar Mendes.
A advogada Taís Gasparian, que defendeu que a exigência do diploma é inconstitucional disse durante o julgamento “É uma profissão intelectual ligada ao ramo do conhecimento humano, ligado ao domínio da linguagem, procedimentos vastos do campo de conhecimento humano, como o compromisso com a informação, a curiosidade". Sim concordo e digo mais, é o compromisso com a informação e também com a VERDADE, CORRETA, COESA e PRATICADA DE FORMA PROFISSIONAL .
O diploma de jornalista jamais foi ou será um obstáculo para a liberdade de expressão, como também foi colocado durante o julgamento, e sim uma garantia de que o jornalista com a formação, esse sim gabaritado e preparado na defesa da verdade, estará apto a desenvolver e atuar na profissão de jornalista e não só colaborar com jornais.
Segundo o G1 da Globo o fim da exigência do diploma foi comemorado pela Associação Nacional dos Jornais (ANJ), lógico, assim estes veículos de imprensa podem empregar seus escritores legalmente, e ainda intitulá-los jornalistas. Comemoração? Com que intuito? Será que é o fato de que o jornalista desde sua regulamentação no Brasil há 40 anos, até em tempos de regime militar e censura, sempre se destacou? Enquanto colunistas e colaboradores “os se achando”, com a liberdade de expressão sem compromisso sustentam um sucesso transitório?
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