sábado, 6 de outubro de 2012

Idolos meus - Em tempos difíceis vale lembrá-los...

...E lembrando-os verificar que o mundo é bom, pois eles morreram mas suas obras são eternas.

Há heróis e heróis. Há que assim considerem os BBBs, ou qualquer desses cantores de forró ou arrocha da atualidade. Ídolos são facilmente criados em uma cultura saturada e sem raízes. 
Pois bem, como nesta semana também foi comemorado o dia do poeta, que não o sou, mas quem sabe seja, me arrisco a refletir como um deles e meu tema será os "ídolos meus". 
"Vigília no campo" - Uma das minhas prediletas de Zumblic

Começo falando de Willy Zumblic.
Eu maravilhada na casa da cultura de Tubarão,
 com as  obras de Zumblic.
Neste último dia 26 de setembro aniversariou um dos grandes artistas catarinenses e brasileiros. Willi Zumblic, tubaronense, retratou durante anos as mais variadas cenas da história do contestado, de uma forma tão viva que sua obra nos carrega para dentro de seu conteúdo. Algum veículo noticiou isto? Não. Apenas atentos cronistas, colunistas o lembraram e marcaram de alguma forma em suas linhas sua homenagem a este maravilhoso pintor. Em 2013, ano do centenário do pintor, quem sabe tenhamos gentis e merecidas comemorações...

Zumblic nasceu em 1913 e morreu em 03 de abril de 2008. 



 Já no dia 04 de outubro, é comemorado o dia de São Francisco de Assis.

Giovanni di Pietro di Bernardone, mais conhecido como São Francisco de Assis (Assis, 5 de julho de 1182 — 3 de outubro de 1226), foi um frade católico da Itália. Depois de uma juventude irrequieta e mundana, voltou-se para uma vida religiosa de completa pobreza, fundando a ordem mendicante dos Frades Menores, mais conhecidos como Franciscanos, que renovaram o Catolicismo de seu tempo. 

Com o hábito da pregação itinerante, quando os religiosos de seu tempo costumavam fixar-se em mosteiros, e com sua crença de que o Evangelho devia ser seguido à risca, imitando-se a vida de Cristo, desenvolveu uma profunda identificação com os problemas de seus semelhantes e com a humanidade do próprio Cristo. Sua atitude foi original também quando afirmou a bondade e a maravilha da Criação num tempo em que o mundo era visto como essencialmente mau, quando se dedicou aos mais pobres dos pobres, e quando amou todas as criaturas chamando-as de irmãos. Alguns estudiosos afirmam que sua visão positiva da natureza e do homem, que impregnou a imaginação de toda a sociedade de sua época, foi uma das forças primeiras que levaram à formação da filosofia da Renascença.

Sua oração é uma das mais belas e um dos maiores exemplos de resignação e do desejo de "paz e bem":


Senhor, fazei-me instrumento de vossa paz.
Onde houver ódio, que eu leve o amor;
Onde houver ofensa, que eu leve o perdão;
Onde houver discórdia, que eu leve a união;
Onde houver dúvida, que eu leve a fé;
Onde houver erro, que eu leve a verdade;
Onde houver desespero, que eu leve a esperança;
Onde houver tristeza, que eu leve a alegria;
Onde houver trevas, que eu leve a luz.
Ó Mestre, Fazei que eu procure mais
Consolar, que ser consolado;
compreender, que ser compreendido;
amar, que ser amado.
Pois, é dando que se recebe,
é perdoando que se é perdoado,
e é morrendo que se vive para a vida eterna.

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